Guilherme Amado

AGU recorreu ao STF 11 minutos antes de depoimento de Bolsonaro à PF

Jair Bolsonaro faltou ao depoimento e ignorou ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF; presidente é alvo de inquérito

atualizado

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Jair Bolsonaro
1 de 1 Jair Bolsonaro - Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

A Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou nesta sexta-feira (28/1) um recurso no STF para Jair Bolsonaro não depor à PF 11 minutos antes do horário do interrogatório. Bolsonaro ignorou a decisão do ministro Alexandre de Moraes e faltou ao depoimento.

O pedido chegou ao gabinete de Moraes, relator do inquérito que apura divulgação de informações falsas sobre o sistema eleitoral, às 14h08, oito minutos após o início previsto do depoimento.

Ao rejeitar o recurso da AGU, que representava Bolsonaro, Moraes afirmou que o governo tinha até 6 de dezembro para questionar a decisão sobre o depoimento e solicitar que o plenário julgasse o caso, o que não aconteceu.

Em 14 de dezembro, a Polícia Federal havia intimado Bolsonaro a depor nesse inquérito. Nesta quinta-feira (27/1), o ministro Alexandre de Moraes determinou que o presidente prestasse depoimento à PF nesta sexta-feira (28/11).

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A relação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com o presidente Jair Bolsonaro é, de longe, uma das mais tumultuadas do cenário político brasileiro
No capítulo mais acalorado, no último 7 de Setembro, o presidente chamou o ministro de “canalha” e ameaçou afastá-lo do cargo
O motivo? Moraes expediu ordem de busca e apreensão contra bolsonaristas e bloqueou contas bancárias de entidades suspeitas de financiar atos contra o STF
“Sai, Alexandre de Moraes, deixe de ser canalha, deixe de oprimir o povo brasileiro”, disse o presidente diante de uma multidão
Meses antes, em fevereiro, Moraes havia mandado prender o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), aliado do presidente
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A relação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com o presidente Jair Bolsonaro é, de longe, uma das mais tumultuadas do cenário político brasileiro
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A relação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com o presidente Jair Bolsonaro é, de longe, uma das mais tumultuadas do cenário político brasileiro

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No capítulo mais acalorado, no último 7 de Setembro, o presidente chamou o ministro de “canalha” e ameaçou afastá-lo do cargo
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No capítulo mais acalorado, no último 7 de Setembro, o presidente chamou o ministro de “canalha” e ameaçou afastá-lo do cargo

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O motivo? Moraes expediu ordem de busca e apreensão contra bolsonaristas e bloqueou contas bancárias de entidades suspeitas de financiar atos contra o STF
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O motivo? Moraes expediu ordem de busca e apreensão contra bolsonaristas e bloqueou contas bancárias de entidades suspeitas de financiar atos contra o STF

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“Sai, Alexandre de Moraes, deixe de ser canalha, deixe de oprimir o povo brasileiro”, disse o presidente diante de uma multidão
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“Sai, Alexandre de Moraes, deixe de ser canalha, deixe de oprimir o povo brasileiro”, disse o presidente diante de uma multidão

Fábio Vieira
Meses antes, em fevereiro, Moraes havia mandado prender o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), aliado do presidente
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Meses antes, em fevereiro, Moraes havia mandado prender o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), aliado do presidente

Aline Massuca
O ministro Alexandre de Moraes
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O ministro Alexandre de Moraes

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O ex-presidente Jair Bolsonaro
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O ex-presidente Jair Bolsonaro

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O inquérito motivou o início de mais um round entre os dois
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O inquérito motivou o início de mais um round entre os dois

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“Tudo tem um limite. Eu jogo dentro das quatro linhas, e quem for jogar fora das quatro linhas não vai ter o beneplácito da lei. Se quiser jogar fora das quatro linhas, eu jogo também”, disse o presidente
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“Tudo tem um limite. Eu jogo dentro das quatro linhas, e quem for jogar fora das quatro linhas não vai ter o beneplácito da lei. Se quiser jogar fora das quatro linhas, eu jogo também”, disse o presidente

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