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Pedro Turra teria orientado testemunhas a combinar versões sobre legítima defesa

A informação consta no processo em que a defesa dele pede a revogação da prisão preventiva, obtido pelo Metrópoles

atualizado

metropoles.com

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Reprodução/Redes Sociais
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1 de 1 pedro-turra-piloto - Foto: Reprodução/Redes Sociais

O ex-piloto Pedro Turra, réu por homicídio do adolescente Rodrigo Castanheira, teria orientado testemunhas a combinarem versões para sustentar eventual tese de legítima defesa. A informação consta no processo em que a defesa dele pede a revogação da prisão preventiva, obtido pelo Metrópoles.

Nessa quinta-feira (12/2), a 2ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) negou o pedido para soltar Pedro Turra, preso desde 30 de janeiro. A decisão foi unânime.

O relator, desembargador Diaulas Costa Ribeiro, afirmou que “a prisão preventiva encontra respaldo em fundamentação concreta, idônea, adequada e proporcional, especialmente diante da gravidade efetiva da conduta praticada e dos indícios de que o paciente é perigoso, representando risco concreto à ordem pública e à aplicação da lei penal”.

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4 imagens
Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 anos, morreu em 7 de fevereiro
Pedro Turra está preso preventivamente pela morte do adolescente
Rodrigo foi agredido pelo piloto Pedro Turra
Amigos, familiares, pessoas públicas e instituições ligadas ao jovem prestaram homenagens
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Amigos, familiares, pessoas públicas e instituições ligadas ao jovem prestaram homenagens

Foto: Reprodução/Instagram
Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 anos, morreu em 7 de fevereiro
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Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 anos, morreu em 7 de fevereiro

Reprodução
Pedro Turra está preso preventivamente pela morte do adolescente
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Pedro Turra está preso preventivamente pela morte do adolescente

Material obtido pelo Metrópoles
Rodrigo foi agredido pelo piloto Pedro Turra
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Rodrigo foi agredido pelo piloto Pedro Turra

Material cedido ao Metrópoles

O magistrado declarou que “há elementos probatórios indicando que o paciente buscou interferir na instrução criminal, orientando testemunhas a combinarem versões”.Essa conduta, além de juridicamente reprovável, compromete a busca pela verdade real e reforça a necessidade da medida extrema para resguardar a integridade da persecução penal. A liberdade, nessas circunstâncias, longe de neutralizar riscos, seria estímulo para sua continuidade”, justificou.

A defesa de Turra argumentou que a decisão que decretou a prisão preventiva do piloto “teria se baseado em repercussão midiática e em vídeos não submetidos ao contraditório, e que o paciente possuiria condições pessoais de responder ao processo em liberdade”.

A reportagem acionou a defesa do ex-piloto e aguarda retorno. O espaço permanece aberto para eventuais manifestações.

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