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Nikolas lamenta PM preso pelo 8/1: “Pena de 16 anos por trabalhar”
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) falou sobre a prisão do coronel Jorge Eduardo Naime, PM condenado pelo 8/1
atualizado
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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) lamentou a prisão do coronel da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) Jorge Eduardo Naime (foto em destaque). Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), Naime e mais quatro PMs se entregaram à corregedoria da corporação para dar início ao cumprimento da pena de 16 anos. Os militares foram condenados por omissão no 8 de Janeiro de 2023.
“Moraes acabou de mandar prender o coronel Naime. Um homem honrado, que serviu no dia 8/1 e recebeu uma pena de 16 anos por trabalhar”, escreveu Nikolas.
O parlamentar disse, ainda, que “Moraes tem destruído inúmeras famílias”.
Prisão de PMs
Após da determinação do Supremo, os militares se entregaram na Corregedoria da Polícia Militar (PMDF), no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), nesta quarta-feira (11/3).
Na sequência, foram levados para exames no Instituto Médico-Legal (IML) e, depois, conduzidos ao 19º Batalhão, conhecido como Papudinha, onde estão presos o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o ex-diretor geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, e o ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do DF Anderson Torres, condenados na chamada trama golpista.
Os PMs condenados por unanimidade pela Primeira Turma do STF são os coronéis Fábio Augusto Vieira, então comandante-geral da PMDF no 8 de Janeiro; Klepter Rosa Gonçalves, então subcomandante-geral da PMDF; Jorge Eduardo Barreto Naime, ex-chefe do Departamento de Operações; Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra; e Marcelo Casimiro Vasconcelos.
Os policiais militares foram condenados pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; dano qualificado pela violência, grave ameaça com emprego de substância inflamável contra patrimônio da União e com considerável prejuízo para a vítima; deterioração de patrimônio tombado; e violação de dever contratual de garantir a ordem pública e por ingerência da norma.
A pena destinada a cada um foi 16 anos de prisão e a 100 dias-multa. A sentença também prevê o pagamento de R$ 30 milhões de forma solidária por danos morais coletivos junto aos outros réus pelo 8/1, além da perda dos cargos públicos.










