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Haddad nega “ultimato” ao GDF para aporte de R$ 4 bilhões no BRB

Ministério da Fazenda e Haddad informaram que não houve tratativa com GDF ou BRB. Jornal disse que ministro comunicou necessidade de aporte

atualizado

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Fernando Haddad
1 de 1 Fernando Haddad - Foto: <p>Hugo Barreto/Metrópoles<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div> </p>

O Ministério da Fazenda negou “ultimato” de Fernando Haddad ao Governo do Distrito Federal (GDF) para aporte de R$ 4 bilhões ao Banco de Brasília (BRB) em decorrência dos negócios com o Banco Master – alvo de investigação. Haddad declarou que não pode responder pelo Banco Central e que a Fazenda não é o órgão que regula o sistema financeiro.

Em nota, o Ministério da Fazenda afirmou que Haddad “não tratou, formalmente ou informalmente, com o governo do Distrito Federal ou com a direção do Banco de Brasília sobre o caso do BRB”.

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Policiais federais deixam sede do Banco de Brasília com apreensões no âmbito da Operação Compliance Zero BRB e do Banco Master
Ao todo, os policiais federais cumprem cinco mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 25 de busca e apreensão em cinco unidades da Federação
Ao todo, os policiais federais cumprem cinco mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 25 de busca e apreensão em cinco unidades da Federação
A Operação Compliance Zero tem como alvo um esquema de emissão e negociação de títulos de crédito falsos envolvendo instituições financeiras do Sistema Financeiro Nacional,  entre elas o Banco de Brasília (BRB), onde policiais fazem buscas
Policiais federais deixam prédio do BRB
O Banco BRB
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Policiais federais deixam sede do Banco de Brasília com apreensões no âmbito da Operação Compliance Zero BRB e do Banco Master
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A Operação Compliance Zero tem como alvo um esquema de emissão e negociação de títulos de crédito falsos envolvendo instituições financeiras do Sistema Financeiro Nacional,  entre elas o Banco de Brasília (BRB), onde policiais fazem buscas
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A Operação Compliance Zero tem como alvo um esquema de emissão e negociação de títulos de crédito falsos envolvendo instituições financeiras do Sistema Financeiro Nacional, entre elas o Banco de Brasília (BRB), onde policiais fazem buscas

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Ao todo, os policiais federais cumprem cinco mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 25 de busca e apreensão em cinco unidades da Federação

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As declarações ocorrem após o jornal O Estado de S. Paulo noticiar, nesta segunda-feira (19/1), que o ministro da Fazenda teria comunicado ao GDF a necessidade do aporte no valor de R$ 4 bilhões diante de “insuficiência patrimonial”, sob pena de intervenção.

A Polícia Federal investiga suposta fraude de R$ 12 bilhões em venda de carteiras de crédito pelo Banco Master ao BRB. Os negócios entre as instituições também são apurados pelo Banco Central e por auditoria independente contratada pelo BRB. 

“Plano de capital”

Em nota divulgada na semana passada, o BRB informou que tem plano de capital pronto caso seja confirmado prejuízo na compra de carteiras do Banco Master. Segundo a instituição, entre as opções está o aporte direto do acionista controlador, o GDF, que “já sinalizou com essa possibilidade”. Os valores, porém, não foram informados.

De acordo com o BRB, a apuração sobre prejuízos em função dos negócios com o Banco Master, que alcançaram valor de R$ 16 bilhões, estão em andamento pelo Banco Central e pela auditoria independente da Machado e Meyer, com suporte técnico da Kroll.

Em nota, o BRB disse que “permanece sólido, operando normalmente e assegurando todos os serviços financeiros, incluindo crédito, investimentos e atendimento em canais digitais e presenciais”.

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