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“É o mínimo”, diz secretário em defesa do Fundo Constitucional do DF.

De acordo com Valdivino de Oliveira, o recurso poderia ser até maior, caso não houvesse “tanta oposição a ele”

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
“É o mínimo”, diz secretário em defesa do Fundo Constitucional do DF

Um dos criadores do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), o secretário de Economia Valdivino de Oliveira disse que o recurso é “o mínimo que Brasília pode receber”. A declaração foi dada em entrevista ao Metrópoles, nessa terça-feira (5/5).

“É o mínimo que Brasília pode receber pelo fato de ter esses encargos de ser a capital federal, de ter aqui mais da metade dos imóveis de maior valor pertencentes ao governo federal, de ter aqui uma quantidade enorme de imóveis pertencentes a embaixadas do exterior, com um quantitativo de funcionários e tudo mais, que tem imunidade tributária”, avaliou. Em 2026, o DF receberá via fundo R$ 28,4 bilhões.

Questionado sobre um possível temor do GDF de que, com a crise atual do Banco de Brasília (BRB), o cálculo do FCDF volte a ser assunto entre os parlamentares federais, Valdivino se mostrou despreocupado.

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“O Fundo Constitucional foi colocado para atender ao Distrito Federal, por ser hospedeiro de todas as embaixadas, as quais têm imunidade tributária e não pagam taxas ou impostos para o GDF. Também somos hospedeiros do governo federal e a maioria dos prédios que poderiam gerar IPTU para nós, são públicos”, pontuou.

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Por isso, segundo o secretário de Economia, o FCDF é “muito necessário” para o governo local. “Ele poderia até ter sido melhor, se nós não tivéssemos tanta oposição a ele”, lamentou. “É o mínimo que o Brasil poderia dar para o DF”, enfatizou.

Confira a entrevista na íntegra: