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Celina diz que etapa burocrática para empréstimo do BRB foi concluída

A governadora do DF, Celina Leão (PP), afirmou que realizou reunião com todos os envolvidos no acordo para salvar o BRB

13/07/2026 11:16, atualizado 13/07/2026 11:26
Tony Oliveira / Agência Brasília
Celina diz que etapa burocrática para empréstimo do BRB foi concluída

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), afirmou, em agenda nesta segunda-feira (13/7), que foram concluídas “todas as questões burocráticas” do acordo homologado no Supremo Tribunal Federal (STF) para salvar o Banco de Brasília (BRB). Celina informou que houve reunião entre os envolvidos na última sexta-feira (10/7).

“Deve estar acontecendo. Esses documentos vão e voltam. Na sexta-feira, aconteceu uma grande reunião com todos os envolvidos, terminando todas as questões burocráticas“, disse Celina.

Em maio, representantes do GDF, do Banco Central e da Advocacia-Geral da União (AGU) e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, fecharam acordo para operacionalizar empréstimo de R$ 6,6 bilhões, que deve impedir o BRB de quebrar diante da grave crise decorrente do escândalo do Banco Master.

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Há duas semanas, a Secretaria de Economia do Distrito Federal informou que o GDF “estava pronto” para assinar o contrato de empréstimo. À época, a pasta disse que a operação “está sendo acertada junto ao sindicato de bancos que vai oferecer o aval e pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que vai financiar o GDF”.

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Sobre o acordo

No dia 28 de maio, o ministro do STF Luiz Fux homologou acordo entre GDF, BRB e o governo federal. Ficou acertado que o FGC concederá empréstimo de até R$ 6,6 bilhões ao GDF, que, na condição de acionista majoritário, fará o aporte ao BRB.

Bancos públicos e privados darão a fiança para a operação, enquanto o governo distrital cede como contragarantias as cotas dele nos fundos de participação dos estados e municípios.

O empréstimo ainda não saiu em razão das negociações envolvendo os detalhes da operação. Recentemente, os bancos privados indicaram que a fatia dos fundos pertencente ao DF não seria suficiente e exigiram garantias das instituições públicas envolvidas: a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil.