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Após prisão de fono, deputado quer transmissão ao vivo de atendimentos

Deputado distrital apresentou um projeto de lei para exigir que clínicas privadas do DF disponibilizem câmeras em salas de atendimento

Breno Esaki/Metrópoles
Foto fachada CLDF

Após a prisão do fonoaudiólogo Thiago Oliveira Lima, de 37 anos, acusado de estuprar uma criança autista de 4 anos, um deputado distrital apresentou um projeto de lei para exigir câmeras de vídeo nas salas de atendimento.

A proposta, assinada pelo deputado Eduardo Pedrosa (União), prevê que as clínicas privadas do DF disponibilizem monitoramento por vídeo em salas de atendimento terapêutico e de reabilitação.

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A proposta altera a Lei 4.568/2011.  Caso todas as partes concordem, os pais e responsáveis poderão acompanhar as sessões em tempo real por meio das câmeras instaladas nas salas.

Segundo o texto, a medida prioriza pessoas com autismo, síndrome de Down, paralisia cerebral e deficiência intelectual, condições que comprometem ou impedem a comunicação e que “tornam qualquer relato de violência ainda mais difícil”.

“Quando uma criança não consegue dizer o que aconteceu com ela, é dever da lei garantir que os pais possam ver. Esse projeto não é sobre desconfiança nos profissionais, é sobre proteção. É sobre dar paz de espírito a quem mais ama essas crianças”, afirma o parlamentar.

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O projeto de lei ainda deve passar pelas comissões antes de ser levado ao plenário.

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