
Fábia OliveiraColunas

Processo contra Xuxa por plágio pode chegar ao fim após 26 anos
A Justiça marcou a última audiência do processo movido pelo publicitário Leonardo Soltz contra a Xuxa Promoções e Produções Artísticas
atualizado
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Xuxa Meneghel está prestes a enfrentar um novo capítulo de uma batalha judicial que já dura mais de 20 anos. A Justiça marcou para o próximo dia 9 de junho a última audiência do processo movido pelo publicitário Leonardo Soltz, criador da Turma do Cabralzinho, contra a Xuxa Promoções e Produções Artísticas, em um caso envolvendo acusação de plágio.
O imbróglio judicial se arrasta há 26 anos e pode terminar com uma indenização milionária. Segundo informações da Veja, a audiência será decisiva para definir se haverá ou não a correção do valor da indenização, que pode chegar à casa dos R$ 50 milhões.
Ainda de acordo com o site, a palavra final deverá ser dada pela ministra Nancy Andrighi, da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília. O colegiado é composto pelos ministros Humberto Martins, Nancy Andrighi, Villas Bôas Cueva, Moura Ribeiro e Daniela Teixeira. Atualmente, a votação está empatada, e o voto da ministra será responsável por desempatar o julgamento.
O processo teve início em 2000, quando Leonardo Soltz acusou a empresa de Xuxa de utilizar indevidamente elementos criados por ele na obra Turma do Cabralzinho. Segundo o publicitário e ilustrador, no fim da década de 1990 ele desenvolveu o projeto para celebrar os 500 anos do Descobrimento do Brasil e chegou a apresentar a ideia à equipe da apresentadora.
De acordo com Soltz, a proposta teria sido recusada inicialmente. No entanto, pouco tempo depois, foi lançada a Turma da Xuxinha, projeto que, segundo ele, apresentava temática semelhante à sua criação, motivando assim a ação judicial por direitos autorais.
Leonardo Soltz já venceu a disputa em duas instâncias e possui direito a receber indenização milionária. Agora, a discussão gira em torno da atualização e correção do valor que poderá ser pago.












