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Fabiana Karla ignora críticas por causa do samba: “Carnaval é alegria”
A atriz e humorista Fabiana Karla, que vai desfilar pela Grande Rio, disse não ligar para por conta do samba no pé: “Picuinhas”, disse
atualizado
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A atriz e humorista Fabiana Karla, que está no elenco da próxima novela das 18h da TV Globo, vai desfilar na Marquês de Sapucaí pela Grande Rio. A famosa, porém, disse que não liga para possíveis críticas por conta do samba no pé. Segundo ela, Carnaval é alegria: “E eu acho que eu entrego isso”, sacramentou.
Sem polêmica
A artista conversou com a coluna Fabia Oliveira nesta quarta-feira (4/2), no último ensaio na quadra da escola de Duque de Caxias que terá Virginia Fonseca como Rainha de Bateria. Fabiana Karla disse que está feliz na agremiação e que foi abraçada pela comunidade:
“A escola me abraçou. Sempre tive as portas abertas em várias escolas, desfilei em várias escolas, mas esse ano tá sendo muito especial porque Caxias me abraçou, a Grande Rio me abraçou, e eu estou muito feliz. Termino a gravação e venho correndo, mesmo cansadinha…”, afirmou a atriz.
Fabiana sabe que não tem tanto samba no pé como as musas da escola. Ela, porém, disse que não se importa com possíveis críticas. “Eu acho que o Carnaval, independentemente de samba ou frevo, tem que ter alegria. É uma manifestação do povo, e eu acho que eu entrego isso”, afirmou.
“Acho que cada um está aí para abrilhantar o Carnaval, pra sambar do seu jeito, pra curtir, o Carnaval é alegria. Claro, que tem pessoas que vivem para isso, quem é uma musa, por exemplo, tem que sambar bem. Mas acho que [o Carnaval] é um negócio muito maior do que essas picuinhas que ficam fazendo, de fazer disputa entre mulheres”, reforçou.
Alegria
Em 2026, a Grande Rio leva para a avenida o enredo A Nação do Mangue, que vai contar a história do manguebeat, movimento que nasceu em Pernambuco nos anos 1990 e que uniu maracatu e ciranda com rock, hip-hop e música eletrônica. Chico Science e a Nação Zumbi encabeçaram o novo estilo.
Como boa pernambucana, Fabiana afirmou estar animada em ver essa história sendo contada para todo o Brasil. “O manguebeat tá em mim, né? É um movimento que fala muito das minhas origens, um movimento que colocou Recife e Pernambuco em todo o mundo, então, acho que tinha tudo a ver comigo, e aí a escola ganhou meu coração”, declarou.
A atriz também falou sobre a polêmica envolvendo Cacau Protásio, que recentemente foi desligada do Salgueiro. De acordo com Fabiana, o Carnaval é uma festa democrática, feita de e para todos os corpos e cores:
“A avenida é um local democrático, acho que a alegria não tem corpo, alegria tem alma. Então, uma mulher como Cacau, que é irreverente, que entrega um corpo preto, o talento dela fala mais alto que qualquer picuinha. Cacau, se joga onde você quiser. A gente tem que ir pra onde a gente é bem recebido”, sacramentou.











