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Empresário de MC Ryan SP se manifesta após prisão do cantor
A equipe jurídica de Rodrigo Inácio de Lima Oliveira enviou uma nota exclusiva para a coluna sobre a ação da Polícia Federal desta quarta
atualizado
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O empresário de MC Ryan SP, Rodrigo Inácio de Lima Oliveira, se manifestou sobre a prisão do cantor, na manhã desta quarta-feira (15/4), durante uma operação contra uma organização criminosa envolvida em lavagem de dinheiro.
Em nota enviada para a coluna Fábia Oliveira, com exclusividade, a equipe jurídica do sócio da GR6 falou sobre a origem dos valores levantados pela ação dos agentes.
“No âmbito da Operação Narco Fluxo, os valores e transações financeiras mencionados referem-se a relações comerciais lícitas e regulares, inerentes à atividade empresarial da companhia, todas devidamente formalizadas e respaldadas por contratos e documentação fiscal”, afirmaram os advogados do empresário.
Leia a nota completa
“Rodrigo Inácio de Lima Oliveira, empresário e sócio da GR6, a maior produtora de música urbana da América Latina, esclarece que, no âmbito da Operação Narco Fluxo, os valores e transações financeiras mencionados referem-se a relações comerciais lícitas e regulares, inerentes à atividade empresarial da companhia, todas devidamente formalizadas e respaldadas por contratos e documentação fiscal.
A GR6 e seu sócio reiteram que não houve a prática de qualquer ato ilícito e seguem à disposição das autoridades competentes, colaborando integralmente com a investigação e prestando os esclarecimentos necessários.
Rodrigo Oliveira e a GR6 reafirmam, ainda, seu compromisso com a legalidade, a transparência e a condução ética e responsável de suas atividades. José Luis Oliveira Lima e Bruno Dallari Oliveira Lima”.
PF se manifesta
“A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (15/04), a Operação Narcofluxo com o objetivo de desarticular associação criminosa estruturada voltada à movimentação ilícita de valores, inclusive por meio de criptoativos, no Brasil e no exterior.
A ação contou com o apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) e da Polícia Militar do Estado de São Paulo, e decorre de desdobramentos de apurações anteriores que identificaram a atuação do grupo em esquemas de lavagem de capitais.
As investigações apontam que os envolvidos utilizavam um sistema estruturado para ocultação e dissimulação de valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de numerário em espécie e transações com criptoativos, frequentemente associadas a atividades empresariais e artísticas. O volume financeiro movimentado pelo grupo ultrapassa R$ 1,6 bilhão.
Cerca de 200 policiais federais cumprem 90 mandados judiciais, entre buscas e apreensões e prisões temporárias, expedidos pela 5ª Vara Federal em Santos/SP, em endereços localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.
Também foram determinadas medidas de constrição patrimonial, incluindo o sequestro de bens e a imposição de restrições societárias, com o objetivo de interromper as atividades ilícitas e preservar ativos para eventual ressarcimento.
As investigações continuam e os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Durante o cumprimento das medidas, já foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que subsidiarão o aprofundamento das investigações.
O nome da operação faz referência ao intenso fluxo financeiro identificado nas apurações, bem como à estrutura organizada do grupo investigado”.




















