Poze do Rodo, Ryan SP e mais: quem são os famosos alvo de operação da PF
A Polícia Federal deflagrou a Operação Narco Fluxo, nesta quarta-feira (15/4), que teve como alvo vários cantores e influenciadores
atualizado
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Vários nomes conhecidos do público foram alvo de uma megaoperação da Polícia Federal nesta quarta-feira (15/4). A ação mira um suposto esquema bilionário de lavagem de dinheiro e 45 mandados foram cumpridos, ao todo, em várias cidades do país. Os cantores Poze do Rodo e MC Ryan SP estão entre os detidos durante a operação.
Veja quem são os famosos alvo da Operação Narco Fluxo:
- Ryan Santana dos Santos (MC Ryan SP, cantor)
- Raphael Sousa Oliveira (dono da Choquei)
- Marlon Brendon Coelho Couto da Silva (MC Poze do Rodo, cantor)
- Chrystian Mateus Dias Ramos (Chys Dias, influenciador)
Débora Vitoria Paixão Ramos (Débora Paixão, influenciadora) - Diogo Santos de Almeida (Diogo 305, influenciador)
- Rodrigo Inacio de Lima Oliveira (sócio da produtora de funk GR6 Eventos)
- Mateus Eduardo Magrini Santana (Matheus Magrini, influenciador)
- Henrique Alexandre Barros Viana (dono da empresa Love Funk)
- Thiago Barros Cabral (Thiago Barros, influenciador)
Entenda a operação
Batizada de Operação Narco Fluxo, a ação mobiliza mais de 200 policiais federais em diferentes estados do país. Ao todo, são cumpridos 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária, expedidos pela 5ª Vara Federal de Santos.
As ordens judiciais são executadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.
Segundo a Polícia Federal, o grupo investigado teria movimentado valores que podem ultrapassar R$ 260 bilhões. A apuração aponta para o uso de estruturas financeiras complexas, com circulação de dinheiro em espécie, além de bens de alto valor.
Durante a operação, foram apreendidos documentos, equipamentos eletrônicos, veículos e quantias em dinheiro. Também foram determinadas medidas de bloqueio de bens e restrições societárias, com o objetivo de interromper as atividades investigadas e preservar recursos.
As investigações continuam. Os alvos podem responder por crimes como associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.














