Mirelle Pinheiro

Entenda como esquema de R$ 1,6 bilhão levou Ryan SP e Poze do Rodo à prisão. Veja vídeo

A operação, batizada de Narcofluxo, foi deflagrada pela Polícia Federal (PF)

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1 de 1 whatsapp-image-2026-04-15-at-072908_3x2 - Foto: PF/Divulgação

A prisão dos cantores MC Ryan SP e Poze do Rodo nesta quarta-feira (15/4) é resultado de uma investigação que desarticulou um esquema bilionário de lavagem de dinheiro, com movimentação superior a R$ 1,6 bilhão.

A operação, batizada de Narcofluxo, foi deflagrada pela Polícia Federal (PF) após meses de apuração sobre a circulação de valores considerados atípicos, tanto no Brasil quanto no exterior.

Segundo os investigadores, o grupo utilizava uma estrutura sofisticada para ocultar a origem dos recursos. O dinheiro circulava por meio de empresas, pessoas interpostas e operações financeiras de alto valor, dificultando o rastreamento.

De acordo com a Polícia Federal, a engrenagem envolvia diferentes frentes de atuação. Uma delas era o uso de empresas para dar aparência de legalidade ao dinheiro. Os valores eram inseridos no sistema financeiro como se fossem resultado de atividades regulares, quando, na prática, teriam origem ilegal.

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Outra frente era a movimentação de dinheiro em espécie. Parte dos recursos circulava fora do sistema bancário, o que dificultava o controle por órgãos de fiscalização.

Também foram identificadas transações com criptoativos, estratégia que, segundo a investigação, ajudava a fragmentar e ocultar os valores.

As investigações avançaram a partir do cruzamento de dados financeiros e da identificação de movimentações incompatíveis com a renda declarada dos envolvidos.

Com o aprofundamento das apurações, a Polícia Federal passou a mapear a estrutura do grupo e a ligação entre os investigados.

Foi nesse contexto que surgiram elementos que colocaram MC Ryan SP, Poze do Rodo e outros nomes no centro da investigação.

A operação mobilizou mais de 200 policiais federais, com o cumprimento de 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária em diversos estados.

Também foram determinadas medidas de bloqueio de bens e restrições a empresas, com o objetivo de interromper o fluxo financeiro do grupo.

Durante as ações, os policiais apreenderam veículos, dinheiro em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos que devem ajudar a aprofundar as investigações.

A Polícia Federal não detalhou, até o momento, o papel específico de cada investigado dentro do esquema. Os envolvidos poderão responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

 

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