Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Fábia Oliveira

Após ser xingada, Virginia fala sobre violência contra mulheres

A influenciadora republicou um texto que critica a normalização de ataques verbais e da exposição de mulheres

01/06/2026 17:30, atualizado 01/06/2026 18:12
Reprodução/redes sociais.
Após ser xingada, Virginia fala sobre violência contra mulheres

Virginia Fonseca compartilhou uma publicação sobre violência contra a mulher nesta segunda-feira (1/6), um dia após ter sido alvo de xingamentos por parte da torcida durante o amistoso da Seleção Brasileira contra o Panamá realizada no Maracanã, no Rio de Janeiro.

A influenciadora republicou em seus Stories um texto que aborda a normalização do desrespeito, da humilhação pública e dos ataques direcionados às mulheres.

Receba no seu email as notícias da coluna Fábia Oliveira

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Violência além das marcas

A mensagem também destaca os impactos de diferentes formas de violência feminina, inclusive aquelas que não deixam marcas físicas.

“A violência contra a mulher não começa com uma manchete. Ela começa quando o desrespeito é normalizado, quando a humilhação vira entretenimento e quando ataques são tratados como algo aceitável”, diz um trecho da publicação.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

O texto compartilhado aponta que milhões de brasileiras convivem diariamente com diferentes formas de violência e afirma que muitas delas afetam diretamente a liberdade, a autoestima e o direito de ocupar espaços.

Após ser xingada, Virginia fala sobre violência contra mulheres - destaque galeria
4 imagens
Virginia Fonseca
Virginia
Após ser xingada, Virginia fala sobre violência contra mulheres - imagem 4
Virginia Fonseca
1 de 4

Virginia Fonseca

Instagram/reprodução
Virginia Fonseca
2 de 4

Virginia Fonseca

Instagram/reprodução
Virginia
3 de 4

Virginia

Reprodução/Instagram
Após ser xingada, Virginia fala sobre violência contra mulheres - imagem 4
4 de 4

Respeito às mulheres

Em outro trecho, a mensagem argumenta que a discussão vai além de um caso específico.

“Por isso, essa conversa não é sobre uma única mulher. É sobre todas elas. É sobre uma sociedade que ainda questiona, julga e expõe mulheres com uma intensidade que raramente é aplicada da mesma forma aos homens”, afirma a publicação.

A mensagem também ressalta que divergências de opinião são legítimas, mas condena situações em que mulheres se tornam alvo de ataques coletivos e violência verbal.

“Discordar é um direito. Mas nenhuma mulher deveria ser transformada em alvo de humilhação pública, ataques coletivos ou violência verbal. Respeito não deveria ser uma escolha. Deveria ser o ponto de partida.”