Anselmo Vasconcellos processa a FUNARJ após polêmica em teatro
Ator e diretor questiona acusações registradas em processo administrativo envolvendo um espetáculo na Casa de Cultura Laura Alvim

A coluna Fábia Oliveira descobriu, com exclusividade, que o ator e diretor Anselmo Vasconcellos decidiu acionar a Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro, a FUNARJ, na Justiça. Fontes desta colunista contaram que os fatos que levaram à disputa ocorreram nos bastidores do espetáculo teatral “Ainda Existe Amor?”, no qual Anselmo teria atuado, principalmente, como diretor e cenógrafo.
Entenda o caso
Anselmo teria acionado a Justiça após uma discussão no backstage envolvendo membros da produção e o coordenador da Casa de Cultura Laura Alvim, “sede” da atração. O servidor do teatro teria registrado um termo circunstanciado acusando o famoso de ofendê-lo e manter comportamento agressivo.

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Ver todasOcorre que, segundo nossas fontes, a diretora do espaço encaminhou uma comunicação à Presidência da FUNARJ, afirmando unilateralmente que Anselmo Vasconcellos teria apoiado a atriz Patrícia Pinho em um episódio de agressão verbal contra servidor da instituição. Tal relato foi formalizado em um processo administrativo.
Vale lembrar que esta coluna revelou, em primeira mão, que Patrícia Pinho também acionou a Justiça após ser alvo de acusações de furto no âmbito do mesmo espetáculo.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesApós a abertura de um expediente administrativo, a FUNARJ teria rescindido a permissão de uso do teatro para o espetáculo. Anselmo Vasconcellos teria descoberto, nesse contexto, que as acusações envolvendo seu nome serviram de justificativa para decisão que levou à paralisação do espetáculo.
O diretor e ator teria buscado socorro no Poder Judiciário, afirmando que teve sua imagem e honra abaladas ao ter seu nome associado a comportamentos agressivos. Ele teria sustentado que não foi procurado para apresentar seu contraditório e ampla defesa referentes ao caso.
Anselmo Vasconcellos teria exposto, ainda, que a FUNARJ se equivocou ao atribuir-lhe uma responsabilidade sem ouvi-lo, utilizando seu nome para fundamentar a decisão que revogou a permissão de uso do teatro e expô-lo em autos administrativos.
Pedidos
O ator e diretor teria pleiteado uma liminar para obrigar a FUNARJ a preservar todo o material referente aos fatos, incluindo imagens, vídeo e documentos.
Anselmo também teria pedido a exibição integral do material em posse da Fundação, além do reconhecimento da ilegalidade das acusações feitas contra ele em processo administrativo. Não suficiente, o ator também teria pleiteado uma indenização por danos morais de R$ 50 mil.








