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Fábia Oliveira

Anselmo Vasconcellos processa a FUNARJ após polêmica em teatro

Ator e diretor questiona acusações registradas em processo administrativo envolvendo um espetáculo na Casa de Cultura Laura Alvim

06/08/2026 13:56
Reprodução/Instagram
Foto colorida de Anselmo Vasconcello - Metrópoles

A coluna Fábia Oliveira descobriu, com exclusividade, que o ator e diretor Anselmo Vasconcellos decidiu acionar a Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro, a FUNARJ, na Justiça. Fontes desta colunista contaram que os fatos que levaram à disputa ocorreram nos bastidores do espetáculo teatral “Ainda Existe Amor?”, no qual Anselmo teria atuado, principalmente, como diretor e cenógrafo.

Entenda o caso

Anselmo teria acionado a Justiça após uma discussão no backstage envolvendo membros da produção e o coordenador da Casa de Cultura Laura Alvim, “sede” da atração. O servidor do teatro teria registrado um termo circunstanciado acusando o famoso de ofendê-lo e manter comportamento agressivo.

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Ocorre que, segundo nossas fontes, a diretora do espaço encaminhou uma comunicação à Presidência da FUNARJ, afirmando unilateralmente que Anselmo Vasconcellos teria apoiado a atriz Patrícia Pinho em um episódio de agressão verbal contra servidor da instituição. Tal relato foi formalizado em um processo administrativo.

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Vale lembrar que esta coluna revelou, em primeira mão, que Patrícia Pinho também acionou a Justiça após ser alvo de acusações de furto no âmbito do mesmo espetáculo.

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Após a abertura de um expediente administrativo, a FUNARJ teria rescindido a permissão de uso do teatro para o espetáculo. Anselmo Vasconcellos teria descoberto, nesse contexto, que as acusações envolvendo seu nome serviram de justificativa para decisão que levou à paralisação do espetáculo.

O diretor e ator teria buscado socorro no Poder Judiciário, afirmando que teve sua imagem e honra abaladas ao ter seu nome associado a comportamentos agressivos. Ele teria sustentado que não foi procurado para apresentar seu contraditório e ampla defesa referentes ao caso.

Anselmo Vasconcellos teria exposto, ainda, que a FUNARJ se equivocou ao atribuir-lhe uma responsabilidade sem ouvi-lo, utilizando seu nome para fundamentar a decisão que revogou a permissão de uso do teatro e expô-lo em autos administrativos.

Pedidos

O ator e diretor teria pleiteado uma liminar para obrigar a FUNARJ a preservar todo o material referente aos fatos, incluindo imagens, vídeo e documentos.

Anselmo também teria pedido a exibição integral do material em posse da Fundação, além do reconhecimento da ilegalidade das acusações feitas contra ele em processo administrativo. Não suficiente, o ator também teria pleiteado uma indenização por danos morais de R$ 50 mil.