Patrícia Pinho vai à Justiça após ser ligada a furto em teatro
Atriz contesta procedimento administrativo da FUNARJ, nega ter sido identificada como autora do crime e pede indenização de R$ 50 mil

A coluna Fábia Oliveira descobriu, com exclusividade, que a atriz Patrícia Pinho acionou a Justiça após ser alvo de acusações envolvendo um espetáculo teatral e furtos ocorridos em seus bastidores.
O que aconteceu?
Fontes amigas desta coluna contaram que, durante os ensaios de uma peça, foi reportado o desaparecimento de itens pessoais de uma integrante da produção, Fabiana Mariana Xavier. Patrícia, além de outros membros, teria apresentado sua bolsa à segurança, onde os itens não foram encontrados.

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Ver todasAcontece que, posteriormente, a diretora da Casa de Cultura Laura Alvim, local onde aconteceu o espetáculo, teria exibido um recorte das câmeras de segurança em que a autora carregava uma sacola com volume e objetos não identificados.
Fabiana Mariana Xavier, vítima do furto, teria afirmado que as imagens não a permitiram identificar a pessoa responsável pelo ocorrido. Apesar disso, um procedimento administrativo teria sido aberto no âmbito da FUNARJ, afirmando que imagens teriam “flagrado” Patrícia Pinho deixando o camarim com os objetos furtados.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesPinho teria procurado a Justiça alegando que o expediente administrativo inaugurado pela FUNARJ é mentiroso e reprovável, uma vez que afirmaria, falsamente, que a vítima e outras produtoras a reconheceram como a praticante do furto.
Segundo nossas fontes, Patrícia Pinho acionou o Poder Judiciário após ser alvo das supostas falsas acusações, afirmando que a verdade foi distorcida, dando origem a conclusões gravíssimas em um documento público administrativo sem qualquer amparo probatório.
Pedidos à Justiça
Nossas fontes revelaram, ainda, que a atriz pediu que a FUNARJ apresente todo o material referente aos fatos, incluindo vídeos, imagens e documentos. Pediu, ainda, o pagamento de uma indenização por danos morais de R $50 mil.
Patrícia Pinho teria pedido, também, que a FUNARJ seja proibida de continuar tratando-a como a praticante do furto. Ela teria pleiteado, também, o reconhecimento da ilicitude do ato administrativo que a vinculou ao delito, mesmo sem provas para tal.










