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É o bicho!

Frio agrava doenças articulares em pets; descubra 3 sinais de alerta

A chegada do frio pode representar sofrimento para pets com quadros articulares já existentes. Veterinária revela sintomas e prevenção

Julia de Mesquita12/06/2026 02:00, atualizado 10/06/2026 14:43
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Foto colorida de mulher acariciando gato

A queda na temperatura esconde um vilão silencioso para os pets: as doenças articulares. Devido ao frio, é natural que cães e gatos fiquem menos dispostos e passem mais tempo deitados. O comportamento, no entanto, nem sempre é natural — e muitos tutores não conseguem perceber isso.

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Predisposições

Mayara Andrade, médica-veterinária, comenta que os animais, especialmente idosos ou com problemas ortopédicos, podem sentir efeitos semelhantes aos observados em humanos durante o frio. “Eles também apresentam aumento de sensibilidade e rigidez. O clima é desfavorável para processos crônicos, o que intensifica quadros como artrite e artrose.”

Nesse contexto, ela alerta que a atenção deve ser redobrada com os peludos que, além das condições citadas, possuem displasia de quadril ou de cotovelo e alterações na coluna. “Os de grande porte apresentam maior predisposição a essas doenças. Já os pequenos, podem desenvolver problemas nos cotovelos e luxações patelares.”

Sintomas

Para que os tutores saibam identificar anormalidades na rotina dos amigos de quatro patas, a especialista cita os sinais mais comuns.

O frio pode piorar quadros existentes

Confira:

  • Dificuldade para levantar e caminhar;
  • Resistência para subir escadas;
  • Menos interesse por passeios e brincadeiras
Nesses casos, é importante observar essas mudanças de perto e conversar com o médico-veterinário que acompanha o pet, para que ele possa orientar os cuidados mais adequados para cada situação. Medidas simples no dia a dia, como oferecer um local mais aquecido para descanso e evitar a exposição ao frio intenso, também ajudam a proporcionar mais conforto ao animal”, orienta a profissional da Biofresh.

Outros fatores de prevenção, segundo Mayara, incluem manutenção da atividade física, o que preserva a mobilidade, e controle do peso — já que o excesso de gordura aumenta a sobrecarga nas articulações e agrava processos degenerativos. “A saúde articular é construída ao longo do tempo. Uma nutrição adequada desde cedo favorece mais qualidade de vida no futuro”, conclui.