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Encontrou um nódulo no pet? Veterinária alerta risco de negligenciar
Ao acariciar o pet, é muito comum que os tutores encontrem pequenos nódulos. Embora nem sempre seja grave, veterinária alerta sobre riscos
atualizado
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Para tutores de cães e gatos, há um acontecimento bastante comum que costuma causar grande preocupação: encontrar nódulos ou “bolinhas” na pele dos pets. Embora assuste, nem todo caroço representa risco grave. Ainda assim, a investigação clínica não deve ser negligenciada.
Não se desespere — mas tome atitudes!
A veterinária Bianca Montalto explica que os nódulos em animais podem variar entre uma série de tipos diferentes. Eles vão desde lipomas, que são acúmulos de gordura comuns em cães com sobrepeso ou idosos, até cistos e tumores. A aparência, no entanto, nem sempre revela a natureza interna da condição.
Segundo ela, o monitoramento constante é o primeiro passo para evitar problemas mais graves e, quando necessário, garantir um diagnóstico precoce. “O erro mais comum é o tutor esperar o caroço crescer para procurar ajuda.”
Monitore características

Confira três fatores que devem ser observados durante o acompanhamento rotineiro de um nódulo, de acordo com a profissional:
- Velocidade de crescimento: nódulos que crescem demais em poucos dias ou semanas.
- Aderência: caroços que não se movem são mais preocupantes.
- Sensibilidade: mudanças de cor, sangramento ou dor ao toque indicam alerta.
“Na medicina veterinária de alta complexidade, trabalhamos com o conceito de que qualquer nódulo deve ser investigado, especialmente se for maior que um grão de ervilha ou se estiver presente há mais de um mês”, destaca a especialista da WeVets.

Por último, Bianca explica o que o tutor deve fazer ao encontrar um nódulo no pet. Em primeiro lugar, ele não deve ser manipulado excessivamente, como em tentativas de extração ou uso de pomadas. Além disso, a lesão deve ser fotografada ao lado de um objeto de comparação para acompanhar o crescimento.
“Mantenha o check-up em dia. Muitas vezes, esses nódulos são detectados apenas durante o exame clínico de rotina feito pelo veterinário. A prevenção continua sendo o melhor caminho para garantir a longevidade dos ‘filhos’ de quatro patas”, conclui.









