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5 espécies ideais para quem é “pai de pet” e de planta ao mesmo tempo
Saiba escolher as plantas ideais para a casa sem comprometer a saúde dos pets. Confira cinco espécies que não oferecem riscos
atualizado
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Cuidar de plantas e de pets costuma ser uma das coisas favoritas de muita gente. As plantas deixam a casa arejada, colorida e decorada, enquanto os pets trazem alegria e amor para o lar. No entanto, para quem quer ter os dois, é preciso escolher espécies seguras para os animais.
A coluna É o bicho! já fez uma lista de dez plantas que são tóxicas e oferecem riscos para os pets. Espécies como os lírios, azaleia, comigo-ninguém-pode e espirradeira podem provocar intoxicação e gerar consequências graves. As sequelas podem ir de convulsões até falência de órgãos e morte.
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Desta vez, o objetivo é mostrar o contrário! Para isso, separamos cinco plantas que não são tóxicas para os pets, além de se adaptarem bem a ambientes internos. Afinal, é possível decorar a casa sem colocar o seu melhor amigo de quatro patas em risco.
Confira!
Bromélia
A bromélia é uma planta nativa das regiões tropicais e subtropicais das Américas, o que inclui grande parte do Brasil. Elas são encontradas, por exemplo, em florestas úmidas e áreas secas, como o Cerrado e a Caatinga. Algumas podem até viver sobre outras espécies e troncos.

As cores das folhas podem variar. Quanto mais luz recebem, mais vibrantes ficam. Falando em iluminação, a maioria das bromélias preferem luz indireta ou meia-sombra, porém algumas precisam de sol constante para se desenvolver.
Cuidados: o solo precisa ficar úmido, mas não encharcado. Algumas variedades possuem um “tanque central”, onde a água deve ser colocada. A adubação pode, e deve, ser feita com mistura de casca de pinus, fibra de coco, húmus de minhoca e areia grossa. A cada 15 dias, usando metade da dose, ou mensalmente no inverno.
Orquídea
Outra planta segura para os pets é a orquídea. Ela pode deixar o ambiente bonito e elegante, mas sem causar situações indesejadas. Além disso, essa planta possui 28 mil variedades de espécies, que vão desde as mais simples até as um pouco mais difíceis de cuidar.

Phalaenopsis, Cattleya e Paphiopedilum, são consideradas as ideais para iniciantes. Outro cuidado que merece atenção é que elas também precisam de um ambiente que seja arejado e com boa circulação de ar.
Cuidados: as orquídeas precisam de bastante sol, mas não direto, pois pode queimar as folhas. Por isso, o melhor lugar é perto de uma janela com luz indireta. Assim como as bromélia, o importante é não encharcar a planta e regá-la a cada cinco a sete dias. O adubo deve ser específico para a espécie.
Calathea
Esta é uma planta de folhas exuberantes e decorativas, nativa das Américas tropicais. A calathea é popular em ambientes internos devido à sua beleza, já que tem folhas estampadas e tons variados de verde e roxo. Curiosamente, é conhecida como “planta de oração”, pois sua folhagem se fecha e se move para cima durante a noite.

No caso da espécie, é importante prestar atenção na umidade, que precisa ser alta. Se o ar for seco, borrife as folhas com água regularmente, coloque a planta em uma bandeja com pedras úmidas ou use um umidificador. O adubo deve ser orgânico como húmus de minhoca e deve ser trocado a cada três a seis meses durante o período de crescimento.
Cuidados: essa planta prefere luz indireta, filtrada ou meia-sombra. Evite luz direta, que queima e secas folhas. Novamente, o solo precisa de umidade, mas não deve ser encharcado. No verão, a rega deve acontecer sempre que ele estiver seco, no inverno pode ser uma vez por semana.
Peperômia
Por ser de fácil de cuidar e não tóxica para os pets, a peperômia é uma planta suculenta popular em ambientes internos. É uma opção de ideal para prateleiras e mesas, conhecida por ter folhagens decorativas. Existem muitas espécies, como a Peperomia obtusifolia de folhas arredondadas e a Peperomia prostrata (colar de tartaruga) com caules pendentes.

Como é uma planta suculenta, as folhas e caules armazenam água. Ou seja, não podem ser regadas em excesso. Por isso, é necessário não encharcar o solo e verificar o substrato antes de regar novamente. Outro cuidado é fazer a drenagem correta do vaso. Algumas espécies ainda gostam de umidade alta e de borrifadas de água nas folhas.
Cuidados: a planta tem prefêrencia por luz indireta ou sombra, mas se adapta a ambientes com pouca luz. A falta de luz pode fazer com que ela cresça mais alongada. Sobre a adubação, pode ser utilizado um fertilizante comum para plantas verdes, mas sem exagerar para não causar a queda das folhas.
Palmeira-ráfis
Essa opção é uma das preferidas para quem gosta de plantas e não quer comprometer a saúde dos pets. A planta ornamental de origem chinesa tem um crescimento mais lento. Por tolerar muito bem locais com baixa luminosidade, se adapta a ambientes internos.

Neste caso, não utilize muita adubação. Ela pode ser feita com adubos orgânicos ricos em nitrogênio e, no máximo, três vezes ao ano. Para manter o visual da planta, basta remover as folhas secas. Além disso, para não amarelar as folhas, evite ambientes muito secos ou com ar condicionado.
Cuidados: escolha mantê-la em ambientes com meia-sombra ou sombra. Para regar, apenas mantenha o solo úmido e uma frequência moderada e espaçada, sem deixar o solo seco por muito tempo.










