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Dinheiro e Negócios

Vorcaro queixa-se sobre posicionamento de Celina em relação ao BRB. Veja print

Nome da então vice-governadora é mencionado em conversa entre o banqueiro e o empresário Thiago Miranda

15/09/2026 18:57, atualizado 15/09/2026 19:09
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Celina Leão em sabatina da Asbraco

Uma menção ao nome da atual governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), apareceu em trecho do material tornado público pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça na última semana, com a quebra de sigilo das investigações da operação Compliance Zero.

O nome de Celina é citado em uma conversa entre Daniel Vorcaro e o empresário Thiago Miranda interceptada e registrada pelos investigadores nos autos. O diálogo ocorreu no dia 5 de abril de 2025. Miranda enviou o link de uma reportagem do jornal O Globo cujo título era: “O climão na cúpula do governo do Distrito Federal com a compra bilionária do Master”.

Logo depois, o empresário escreveu: “A Celina eu conheço MUITO BEM. Ela agora tá querendo aparecer porque ficou de fora da operação”. Vorcaro, então, respondeu: “[Celina] Não ficou de fora, não. Isso aí é jogo para se preservar na política. Discussão política da operação não me preocupa, se for esse o novo foco. O problema é a descredibilização minha e do Master. Isso, sim, temos que atacar”.

Confira o trecho completo do diálogo:

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Em vídeo publicado no fim da tarde desta terça-feira (15/9) nas redes sociais, Celina reafirma que se posicionou contra a compra do Master pelo BRB seis meses antes da operação ser anunciada.

Na gravação, ela destaca que “a ordem [de Vorcaro no diáologo] foi partirem para o ataque” e afirma que não trocou mensagens com o banqueiro. “Os sigilos foram quebrados, as pessoas foram expostas. E eu não tenho preocupação sobre isso.”

“É o diálogo de terceiros que se unem, inclusive, para me atacar porque eu era contrária a esta operação”, conclui Leão do vídeo.

Assista:

gabriella furquim <gabriellafurquim@gmail.com>
19:08 (há 0 minuto)
para mim

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A divulgação da troca de mensagens incitou a oposição que pediu providências à Procurador-Geral da República (PGR) e à presidência da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).