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Claudia Meireles

Rainha sentiu que a morte estava próxima e teve atitude final tocante

Uma fonte não identificada confidenciou ao tabloide britânico The Daily Beast que a rainha acionou um plano a fim de cumprir o último dever

Marina Ferreira, Claudia Meireles05/10/2022 13:04, atualizado 05/10/2022 14:22
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Max Mumby/Indigo/Getty Images
Foto colorida. Mulher com chapéu e blusa azul claro. Ela segura um buquê

Falecida rainha do Reino Unido, região composta por Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales, Elizabeth II não morreu por acaso em solo escocês, mais precisamente no Castelo de Balmoral. Uma fonte não identificada confidenciou ao tabloide britânico The Daily Beast que a monarca acionou um plano a fim de cumprir o último dever. O informante era amigo da majestade.

Elizabeth faleceu pacificamente, aos 96 anos, no último dia 8. Ao portal, o mensageiro disse que a rainha sentiu que a morte estava próxima e seguiu em frente com um plano para morrer na Escócia. “Ela se encontrava frágil e houve uma discussão de que deveria voltar a Windsor [na Inglaterra], onde é significativamente mais fácil obter tratamento hospitalar”, enfatizou a fonte.

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Túmulo da rainha Elizabeth II
Familiares em frente ao caixão da rainha Elizabeth II durante o funeral
Oficiais da Marinha Real levaram o caixão do Westminster Hall para a Abadia de Westminster
O rei Charles III caminha atrás do caixão durante o cortejo
A princesa Charlotte de Gales chora ao ver o caixão da bisavó, a rainha Elizabeth II
Elizabeth II faleceu aos 96 anos, em 8 de setembro de 2022
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Elizabeth II faleceu aos 96 anos, em 8 de setembro de 2022

Sean Gallup/Getty Images
Túmulo da rainha Elizabeth II
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Túmulo da rainha Elizabeth II

Reprodução/ Instagram
Familiares em frente ao caixão da rainha Elizabeth II durante o funeral
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Familiares em frente ao caixão da rainha Elizabeth II durante o funeral

Dominic Lipinski - WPA Pool/Getty Images
Oficiais da Marinha Real levaram o caixão do Westminster Hall para a Abadia de Westminster
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Oficiais da Marinha Real levaram o caixão do Westminster Hall para a Abadia de Westminster

Gareth Cattermole/Getty Images
O rei Charles III caminha atrás do caixão durante o cortejo
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O rei Charles III caminha atrás do caixão durante o cortejo

Chris Jackson/Getty Images
A princesa Charlotte de Gales chora ao ver o caixão da bisavó, a rainha Elizabeth II
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A princesa Charlotte de Gales chora ao ver o caixão da bisavó, a rainha Elizabeth II

Phil Harris - WPA Pool/Getty Images
“Ela teve acesso a médicos em Balmoral, mas nada como em Windsor. Balmoral é muito isolada, mas é onde queria estar, precisamente porque achava que o fim poderia estar próximo. Ela planejou morrer na Escócia para salvar a união”, ressaltou a fonte.

Vale lembrar que a Escócia tentou se separar do Reino Unido em 2014. Na ocasião, houve um referendo e os cidadãos decidiram continuar no grupo. Entretanto, a primeira-ministra escocesa, Nicola Sturgeon, insistiu em fazer um segundo plebiscito recentemente. O historiador Tom Devine bateu na tecla que a morte da rainha ocorreu no país de “maneira consciente”.

“Eu não concordaria que ela [Elizabeth] planejasse falecer na Escócia, mas no caso de ser um presente de despedida da rainha para o país, era morrer lá, porque isso garantiu uma cobertura global massiva para a nação”, sustentou Devine. O motivo do falecimento da soberana mais longeva do Reino Unido foi revelado na última quinta-feira (29/9).

Segundo o atestado de óbito, Elizabeth morreu de causas naturais. O documento foi emitido pelo Registro Geral da Escócia. Nos últimos meses, a rainha enfrentou problemas de saúde e precisou adiar a presença em importantes eventos. Em junho, ela comemorou o Jubileu de Platina por completar sete décadas à frente do trono britânico. A soberana deixou quatro filhos – rei Charles, Anne, Andrew e Edward –, oito netos e 12 bisnetos.

Caixão da rainha Elizabeth II no Westminster Hall

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