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Poros visíveis? Dermatologista ensina formas eficazes para tratá-los
À coluna, a médica Luanna Caires explicou as razões para algumas pessoas terem os poros mais dilatados e formas de minimizar os efeitos
atualizado
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Você já se olhou no espelho e ficou chateado com a grande quantidade de poros dilatados no rosto e se perguntou como acabar com eles? É bem provável que sim. Por mais incômodos que possam ser, todas as pessoas têm esses “buraquinhos”, a diferença é são maiores e mais visíveis em alguns indivíduos.
Em conversa com a Coluna Claudia Meireles, a dermatologista Luanna Caires afirma que os poros não podem ser removidos, pois “são parte fundamental da anatomia e fisiologia da derme”. “Eles podem se tornar mais visíveis devido a obstrução por sujeira, células mortas da pele e sebo. Além disso, a perda de colágeno e elastina com o envelhecimento contribui para sua aparência mais exposta”, explica.

Predisposição genética, aumento na produção de sebo, danos causados pelo sol, alimentação inadequada —que leva a maior resposta inflamatória na pele — e alterações hormonais estão entre as outras razões que levam os poros a serem mais visíveis do que o normal.
Embora os orifícios não possam desaparecer, a especialista reitera que eles podem ser minimizados por meio de tratamentos dermatológicos, rotinas de cuidado com a derme e mudanças nos hábitos de vida.

Intervenções que auxiliam na limpeza de pele e produção de colágeno, a exemplo dos peelings químicos (com ácido retinóico), microagulhamento, laser ablativo e não ablativo, lasers fracionados e terapias com luz intensa pulsada, reduzem e melhoram a aparência dos poros. “A escolha do tratamento depende das necessidades individuais e do tipo de cútis, sendo essencial consultar um especialista para avaliação e recomendações específicas”, diz.
Manter uma rotina de cuidados em casa também é essencial, como a limpeza suave e o uso de protetor solar. “Faça esfoliação para retirar células mortas, limpezas de pele para remover de comedões fechados e abertos quando houverem e use produtos com ácidos salicílico e glicólico — mas sempre orientados pelo seu dermatologista;’, orienta Luanna.
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