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Morte da rainha é oportunidade para Harry e William se reconciliarem

Um expert real avaliou que a morte da rainha Elizabeth seria a chance para os irmãos selarem a paz. Harry e William estão brigados

atualizado 15/09/2022 13:47

Samir Hussein/WireImage/Getty Images

Filhos do rei Charles III e da falecida princesa Diana, William e Harry passaram a ter uma relação turbulenta nos últimos anos, principalmente quando o duque de Sussex se casou com Meghan Markle e optou por abdicar da vida como membro da realeza. A renúncia do príncipe ocorreu em março de 2020 e, desde então, o contato entre os irmãos foi de mal a pior. Segundo o especialista real Richard Kay, a morte da rainha Elizabeth II é a oportunidade perfeita para a dupla se reconciliar.

“Se havia uma chance para que essa mais trágica das divisões na família fosse curada, certamente era essa”, escreveu o comentarista de assuntos da dinastia Windsor ao tabloide britânico Daily Mail. De acordo com o expert, os irmãos não deram indícios de que pretendem fazer as pazes durante os dias de funeral da avó: “Ambos portavam-se com dignidade e respeito, impermeáveis aos que observavam e esperavam algum pequeno sinal de reconciliação, alguma troca fraterno, até mesmo um lampejo de perdão.”

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Apesar do príncipe e do duque estarem em luto, Richard defende a tese de que as recentes solenidades poderiam fazer com que “tal gesto fosse” trocado. O especialista lembrou da aparição pública de William e Harry acompanhadas das respectivas cônjuges, Kate Middleton e Meghan Markle, no Castelo de Windsor, no sábado (10/9). Conforme analisou o expert, os irmãos não conseguiram disfarçar a frieza existente “de quem o futuro a longo prazo da família real dependia”.

“Antes eles eram um quarteto natural e espontâneo, agora, estranhos e incertos. Mas pelo menos eles estavam juntos”, frisou Richard Kay.

Na avaliação do comentarista, o pai e o irmão de Harry, o rei Charles III e o príncipe William, respectivamente, “mostraram generosidade”. “Em vez de ser excluído, o duque de Sussex foi trazido para o centro das atenções. “Seu papel ontem não era obscuro. Na verdade, ele recebeu todas as cortesias de sua posição como filho do rei. Ele estava em seu lugar de direito ao lado do irmão e atrás do pai”, salientou. O expert se referiu à procissão fúnebre do caixão da rainha do Palácio de Buckingham para o Westminster Hall, nessa quarta-feira (14/9).

Nem tudo são flores

No ano passado, a rainha Elizabeth II mexeu os pauzinhos a fim de evitar que o filho e o neto, os príncipes Andrew e Harry, respectivamente, passassem por “humilhações” no funeral de Philip. A mesma intervenção não foi feita pelo rei Charles III no cortejo da mãe nessa quarta-feira (14/9). O novo monarca não abriu brechas a fim de que os familiares desfilassem com trajes iguais. Ele e dois dos três irmãos — Anne e Edward — usaram vestes militares, enquanto os duques de York e Sussex utilizaram ternos.

LONDRES, INGLATERRA - 14 DE SETEMBRO: (L-R) Rei Charles III, Príncipe William, Príncipe de Gales e Príncipe Harry, Duque de Sussex andam atrás da carruagem de armas que carrega o caixão da falecida Rainha Elizabeth II quando sai do Palácio de Buckingham, transferindo o caixão ao Palácio de Westminster em 14 de setembro de 2022 em Londres, Reino Unido. O caixão da rainha Elizabeth II é levado em procissão em uma carruagem da tropa real de artilharia do rei, do Palácio de Buckingham ao Westminster Hall, onde ela ficará em estado até o início da manhã de seu funeral. A rainha Elizabeth II morreu no Castelo de Balmoral, na Escócia, em 8 de setembro de 2022, e é sucedida por seu filho mais velho, o rei Carlos III
O rei Charles III; o príncipe William, o príncipe de Gales; e príncipe Harry, o duque de Sussex andam atrás da carruagem de armas que carrega o caixão da rainha Elizabeth II

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