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Descubra qual óleo pode melhorar memória, concentração e saúde da pele
A nutricionista Ingrid Albuquerque cita que há “respaldo científico” quanto à ingestão do óleo beneficiar a pele, memória e concentração
atualizado
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Algumas pessoas optam por comprar uvas sem sementes para se livrar do gosto amargo, entretanto, os indivíduos nem imaginam que esses “grãos” escondem um tesouro — ou seja, uma “bomba” de nutrientes. Inclusive, o óleo feito à base dos caroços são tão potentes, que uma colher de chá tende a melhorar a pele, memória e concentração.
Para saber mais detalhes do óleo de semente de uva, a coluna Claudia Meireles recorreu à expertise da nutricionista Ingrid Albuquerque. De acordo com a especialista, há “respaldo científico” quanto à ingestão do composto beneficiar a memória, cútis e concentração, porém requer a adoção de hábitos saudáveis e de plano alimentar balanceado.
“É importante ressaltar que nenhum alimento ou composto por si só fará o trabalho sozinho sem que a alimentação e os hábitos estejam alinhados à conduta”, explica Ingrid. A expert define o óleo de semente de uva como “uma alternativa leve, com sabor neutro e que facilita a inclusão nas dietas.”
A nutricionista salienta que o óleo de semente de uva dispõe de compostos antioxidantes e polifenóis, capazes de ajudar a combater os radicais livres do organismo, o que retarda o processo de envelhecimento como um todo. “Existem estudos mostrando um efeito significativo na pele, memória e concentração”, esclarece.

Segundo a especialista, esses efeitos positivos do óleo são decorrentes da “boa concentração de ácidos graxos insaturados, a exemplo do ômega 6 (70% da composição) e ômega 9”. Ela sustenta sobre esses componentes ajudarem a manter a integridade da pele, hidratando e reduzindo a sensibilidade e inflamações, além de auxiliar na cicatrização.
No cérebro, o óleo à base de semente de uva “participa da formação das membranas dos neurônios e favorece a comunicação entre eles”, conforme ressalta Ingrid. Ela emenda: “Também é rico em vitamina E, potente antioxidante que protege as membranas celulares; e proantocianidinas e resveratrol, compostos com ação anti-inflamatória e antioxidante.”

A especialista frisa que está liberado consumir o óleo de forma pura ou adicionado em uma comida, por exemplo, salada ou vitamina. “Não deve ser aquecido em altas temperaturas, ou seja, não utilizá-lo para cozinhar, pois perderá parte das substâncias benéficas e ainda pode gerar compostos tóxicos”, sugere.
“Uma colher de chá ao dia, junto a uma alimentação equilibrada, já é o suficiente para aproveitar os benefícios”, cita a nutricionista.
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