Claudia Meireles

Cardiologista aponta os hábitos que mais aumentam o risco de infarto

A médica Alessandra Figueiredo cita os hábitos que mais favorecem o aumento do risco de infarto, uma das condições que mais mata no Brasil

atualizado

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Foto colorida de mulher com a mão no peito - Cardiologistas explicam quais são os primeiros sintomas do infarto - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida de mulher com a mão no peito - Cardiologistas explicam quais são os primeiros sintomas do infarto - Metrópoles - Foto: Andreswd/Getty Images

O infarto é a segunda condição que mais mata no Brasil, ficando atrás do acidente vascular cerebral (AVC), conforme dados do Portal da Transparência do Centro de Registro Civil (CRC) do Brasil. Em 2024, a doença ocasionou a morte de 77.886 pessoas. De acordo com a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), o quadro decorre da diminuição ou interrupção da passagem de sangue para o coração.

Diante desses dados alarmantes, a coluna Claudia Meireles requisitou a cardiologista Alessandra Figueiredo, do Hospital Mantevida, para saber: quais hábitos mais contribuem para o aumento do risco de infarto? Primeiramente, a médica menciona o tabagismo. Ela destaca que os indivíduos têm começado a fazer o uso do tabaco com “bastante precocidade e maior frequência.”

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A condição é a segunda maior causa de mortes no Brasil
Mais de 77 mil pessoas morreram em 2024 em decorrência de infarto
Cuidar da alimentação, manter rotina de atividades físicas e evitar o cigarro são medidas que reduzem os riscos de câncer e doenças cardíacas
O infarto é a morte de parte do músculo cardíaco que acontece pela interrupção súbita do fluxo sanguíneo. Problema geralmente acontece por causa de um coágulo que se prende em uma artéria entupida por gordura
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O infarto é a morte de parte do músculo cardíaco que acontece pela interrupção súbita do fluxo sanguíneo. Problema geralmente acontece por causa de um coágulo que se prende em uma artéria entupida por gordura

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A condição é a segunda maior causa de mortes no Brasil
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A condição é a segunda maior causa de mortes no Brasil

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Mais de 77 mil pessoas morreram em 2024 em decorrência de infarto
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Mais de 77 mil pessoas morreram em 2024 em decorrência de infarto

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Cuidar da alimentação, manter rotina de atividades físicas e evitar o cigarro são medidas que reduzem os riscos de câncer e doenças cardíacas
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Cuidar da alimentação, manter rotina de atividades físicas e evitar o cigarro são medidas que reduzem os riscos de câncer e doenças cardíacas

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“Principalmente, os pacientes mais jovens passaram a adquirir esse hábito, e não só do tabaco normal com cigarro de filtro, mas também de pods, que são extremamente nocivos, cheios de substâncias e milhões de compostos que geram um comprometimento dos pulmões”, detalha a especialista.

Alessandra revela atender um paciente na faixa dos 25 a 28 anos que apresenta já um “comprometimento importante” e com enfisema, o que pode evoluir para o “pulmão de pipoca”, isto é, o surgimento de nódulos nos pulmões. Os órgãos são responsáveis por oxigenar o sangue e devolvê-lo ao coração e, em seguida, o fluido é bombeado para todo o corpo.

O tabagismo é o hábito com potencial de aumentar o risco de infarto, segundo a médica

Além do uso de tabaco, a cardiologista aponta sobre a alimentação bastante irregular favorecer o aumento do risco de infarto: “Consumir opções ricas em colesterol e embutidos, que têm teor elevado de sal e de gordura”. Outro tópico abordado pela médica é o sedentarismo.

Segundo Alessandra Figueiredo, o histórico familiar também entra na lista. “Quase todas as pessoas têm um familiar próximo com hipertensão, doença coronariana e diabetes“, afirma.

A cardiologista, então, ressalta: “Basicamente, eu diria que tabagismo, alimentação não saudável e sedentarismo, no meu ponto de vista, são os hábitos que mais prevalecem na atualidade para comprometer e aumentar o risco cardiovascular”, finaliza.

Imagem mostra mulher sentada em maca e tendo a pressão aferida com um aparelho manual - Metrópoles
A médica lista o histórico familiar de doenças, que contribuem para o aumento do risco de infarto

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