Irmã de Deolane detona OAB e diz que pode ser a próxima a ser presa
Além de influenciadora, Deolane Bezerra também é advogada e, segundo disse à polícia e à imprensa, estaria apenas exercendo a profissão

Daniele Bezerra, irmã de Deolane Bezerra, publicou um vídeo nas redes sociais nesta sexta-feira (22/5) em que cobra que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) tome um posicionamento a respeito da prisão da influenciadora, que também é advogada.
Investigada e presa preventivamente por suposta lavagem de dinheiro e por envolvimento com o PCC, Deolane disse à polícia e à imprensa é que a ligação dela com o crime organizado seria meramente através do trabalho como advogada da área criminal.
🚨VEJA: Irmã de Deolane cobra posicionamento da OAB após prisão da influenciadora: “Vão se calar?” pic.twitter.com/Ni4hDTh48X
— CHOQUEI (@choquei) May 22, 2026

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Ver todas“Não vão falar nada? Não tem mais presunção de inocência? Não tem mais a liberdade do exercício profissional?”, questionou Daniele, que também é advogada. “Nós não vamos mais poder defender um cliente, porque vamos ser confundidos com criminosos?”, acrescentou, em tom de revolta.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesIrmã de Deolane fala em perseguição à família
Assim como o restante da família da influenciadora, a irmã de Deolane alegou que as investigações seriam uma perseguição contra ela e que a prisão, na realidade, estaria sendo usada como um “espetáculo” para promoção das autoridades em ano eleitoral.
“A Ditadura voltou?”, disparou. Além disso, Daniele especula que seria a próxima presa pelas investigações contra o suposto esquema de lavagem de dinheiro para o crime organizado.
“Parem de transformar a prisão da Deolane em espetáculo. Espetáculo em ano eleitoral. Não se fala outra coisa em outro país. Acabaram todos os escândalos políticos no país. E digo mais: talvez a próxima presa pedagógica seja eu!“
Além de Deolane Bezerra, o filho mais velho da advogada, Giliard Santos, também é investigado pela Polícia Civil de São Paulo (PCSP). Segundo as autoridades, ele teria movimentado mais de R$ 11 milhões entre julho de 2022 e maio de 2024.
As investigações apontam, ainda, que as movimentações financeiras indicam um possível padrão típico de “ocultação, dissimulação e pulverização de capitais, frequentemente associados a operações de lavagem de dinheiro”.


















