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Brasil

Sidônio diz que ações do governo precisam ser levadas para a população

Publicitário assume a vaga deixada por Paulo Pimenta, que estava à frente da Secom desde o começo do terceiro mandato de Lula

Isabella Cavalcante14/01/2025 11:57, atualizado 14/01/2025 12:48
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Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
Imagem colorida do ministro Sidônio Palmeira com presidente Lula - Metrópoles

O publicitário Sidônio Palmeira foi empossado oficialmente como o novo ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, nesta terça-feira (14/1), em cerimônia no Palácio do Planalto, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A troca na Secom:

  • Sidônio substitui Paulo Pimenta, que estava à frente da Secom desde o início do novo governo Lula.
  • O chefe do Executivo identificou problemas na comunicação do governo federal e decidiu dar um novo rumo à pasta.
  • Sidônio atuou na campanha eleitoral de Lula em 2022 e definiu que o momento é de “segundo tempo” na área.

Antes de assumir a Secom, o novo ministro já auxiliava o titular do Planalto de maneira informal e participou, por exemplo, do discurso de Natal feito por Lula no fim de 2024.

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Ministro Sidônio Palmeira, ao lado de Lula, foi criticado por diretora da EBC
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Lula e Paulo Pimenta
Jerônimo Rodrigues, Sidônio Palmeira, Rui Costa e Jaques Wagner
Ministro da Secom com Lula
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Ministro Sidônio Palmeira, ao lado de Lula, foi criticado por diretora da EBC
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Ministro Sidônio Palmeira, ao lado de Lula, foi criticado por diretora da EBC

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Evento quer comemorar dois anos  do governo
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Evento quer comemorar dois anos do governo

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Lula, Paulo Pimenta e Sidônio Palmeira
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Lula, Paulo Pimenta e Sidônio Palmeira

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Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação do governo Lula
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Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação do governo Lula

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No discurso de posse, Sidônio reconheceu que mudanças serão necessárias para a comunicação do governo chegar à população. “Em apenas dois anos, o seu governo arrumou a casa, melhorou os indicadores econômicos de justiça social e da pobreza, fez renascer ministérios, associações de programas reais importantes, reduziu a mortalidade infantil e está retirando milhões de brasileiros e brasileiras do mapa da fome. O nosso país voltou a ser respeitado pelo mundo. Mas esse trabalho não está sendo percebido por parte da população. A informação não chega na ponta”.

O novo ministro de Lula ainda falou sobre os desafios de fazer comunicação pública na era digital.

“A mentira nos ambientes digitais, fomentada pela extrema-direita, cria uma cortina de fumaça na vida real, manipula pessoas inocentes e ameaça a humanidade. Esse movimento aprofunda o negacionismo, a xenofobia e as violências raciais e de gênero. Promove um revisionismo histórico sobre a região do charlatanismo sesmo-político, que promete prosperidade imediata e pavimenta a cultura do ódio, do cancelamento e do individualismo”, pontuou Sidônio Palmeira.

Sidônio já fez algumas mudanças na pasta e disse ter como foco transformar, principalmente, a parte digital da comunicação institucional.

“É importante também que na gestão não seja analógica, que ela comunique com as pessoas que estão sendo atendidas. Na área de saúde, é importante que comunique, numa parte de vacinação, por exemplo, que as pessoas saibam onde se vacinar e tudo”, falou na última semana ao ter o nome anunciado para o cargo.

Durante a cerimônia, o agora ex-ministro da Secom, Paulo Pimenta, admitiu que o que chamou de “limitações” durante a sua gestão à frente da comunicação do governo devem ser atribuídas a ele.

“Acho que o presidente tem toda a razão quando ele quer uma sacudida na comunicação”, afirmou. “Com a qualidade do Sidônio e o time que está montando, vamos fazer nesses próximos dois anos esse projeto chegar à vida de todos os brasileiros.”

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