Rolou na 6ª: TSE questiona chapa Bolsonaro-Mourão; Weintraub se cala na PF

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atualizado 29/05/2020 20:13

Rolou nesta sexta-feira (29/05): o corregedor-geral eleitoral, ministro Og Fernandes, abriu prazo de três dias para que o presidente da República, Jair Bolsonaro, e o e o vice-presidente, Hamilton Mourão, apresentem informações sobre o pedido feito pelo PT para que sejam juntados às Ações de Investigação Judiciais Eleitorais (Aijes) – sobre irregularidades na campanha de 2018 – dados do inquérito que apura ofensas a ministros do STF.

Além do presidente e do vice, o prazo vale ainda para empresários apontados por suposto impulsionamento de mensagens em massa e que foram alvo da operação de busca e apreensão autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta semana.

Depois do prazo de três dias, o corregedor determinou, conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que, “com ou sem resposta”, o Ministério Público Eleitoral seja ouvido também em três dias. A partida daí, o corregedor vai avaliar qual será o procedimento a ser adotado em relação ao pedido do PT.

E o ministro da Educação, Abraham Weintraub, optou por ficar em silêncio durante depoimento prestado à Polícia Federal após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

Weintraub foi intimado depois da divulgação, por ordem do ministro Celso de Mello, do vídeo da reunião entre o presidente Jair Bolsonaro e seus ministros em 22 de abril.

Nas imagens, o titular da Educação pôde ser visto ameaçando o Supremo: “Eu, por mim, botava esses vagabundos todos na cadeia. Começando no STF”.

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