Rolou na 5ª: STF adia ação da 2ª instância e Salles x Greenpeace

Áudio mostra o ex-assessor de Bolsonaro, Queiroz, negociando cargos na Câmara e no Senado: " Vinte continho aí para gente caía bem pra c**"

Fellipe Sampaio/SCO/STFFellipe Sampaio/SCO/STF

atualizado 24/10/2019 23:21

Nesta quinta-feira (24/10/2019), foi retomado o julgamento sobre a possibilidade de prisão após condenação em 2ª instância, no Supremo Tribunal Federal (STF). A primeira a votar foi Rosa Weber, em um voto muito esperado, por não haver manifestações prévias da ministra sobre qual interpretação favoreceria. E ela se alinhou ao relator, ministro Marco Aurélio, interpretando que a norma explícita na Constituição não permite a prisão enquanto houver recursos disponíveis aos réus.

Quando o placar estava em 4 a 3 pela prisão já em segunda instância, o presidente do STF, Dias Toffoli, suspendeu o julgamento. A retomada ocorrerá ou em 6 de novembro, quarta-feira, ou no dia 7, quinta. A definição sairá nesta segunda-feira (28/10/2019).

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Também nesta quarta, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, causou polêmica ao sugerir, pelo Twitter, que a ONG internacional Greenpeace possa ter ligação com o derramamento de óleo na costa nordestina. O post foi acompanhado por uma imagem do navio da organização, o Esperanza.

A acusação rendeu a Salles, além da promessa de um processo por parte do Greenpeace, um “puxão de orelhas” do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que classificou o tuíte do ministro como uma “ilação desnecessária”.

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