RJ: STF marca julgamento sobre formato da eleição para mandato-tampão

Data foi marcada após o ministro Cristiano Zanin suspender a realização da eleição indireta aprovada pela Alerj

atualizado

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Edson fachin durante Sessão plenária do STF Metrópoles
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O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar, em 8 de abril, o formato das eleições para o governo do Rio de Janeiro após a renúncia de Cláudio Castro (PL). A análise ocorrerá no plenário físico da Corte.

O julgamento foi marcado após o ministro Cristiano Zanin suspender a realização da eleição indireta aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e determinar a análise conjunta das ações sobre o tema. Por isso, o processo que tramitava no plenário virtual, sob relatoria do ministro Luiz Fux, será reiniciado no plenário físico.

Os magistrados devem decidir se a escolha para o mandato-tampão será feita de forma indireta, com votação dos deputados estaduais, ou por meio de eleição direta, com participação dos eleitores.

Na sexta-feira, a Corte havia formado maioria para derrubar parcialmente a liminar que suspendia regras da eleição indireta para o mandato-tampão, ao restabelecer o prazo de 24 horas para desincompatibilização de candidatos e manter a suspensão do voto aberto na escolha.

O escolhido ficará no lugar do presidente do Tribunal de Justiça (TJ-RJ), Ricardo Couto, que está interinamente no cargo desde 23 de março, quando o então governador Cláudio Castro renunciou com o objetivo de concorrer nas eleições deste ano.

O vice-governador, Thiago Pampolha (MDB), já havia renunciado em 2025 para assumir uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ).

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Douglas Ruas discursa após tomar posse como presidente da Alerj
Douglas Ruas (centro) ao lado de deputados após ser eleito presidente da Alerj
CCJ da Alerj analisa regras para eleição ao mandato-tampão do Rio
Sede da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj)
Rodrigo Bacellar (União Brasil), presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), é preso pela PF
Douglas Ruas discursa após tomar posse como presidente da Alerj
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Douglas Ruas discursa após tomar posse como presidente da Alerj

Thiago Lontra/Alerj
Douglas Ruas discursa após tomar posse como presidente da Alerj
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Douglas Ruas discursa após tomar posse como presidente da Alerj

Octacílio Barbosa/Alerj
Douglas Ruas (centro) ao lado de deputados após ser eleito presidente da Alerj
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Douglas Ruas (centro) ao lado de deputados após ser eleito presidente da Alerj

Octacílio Barbosa/Alerj
CCJ da Alerj analisa regras para eleição ao mandato-tampão do Rio
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CCJ da Alerj analisa regras para eleição ao mandato-tampão do Rio

Reprodução/Alerj
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Sede da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj)

Fernando Frazão/Agência Brasil
Rodrigo Bacellar (União Brasil), presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), é preso pela PF
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Rodrigo Bacellar (União Brasil), presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), é preso pela PF

Divulgação

Um dia depois de Castro deixar o cargo, ele e Pampolha foram condenados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) à inelegibilidade por abuso de poder político e econômico em um caso que envolve a contratação de servidores públicos sem transparência.

Bacellar cassado e preso

O ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar (União) não assumiu o governo do Rio por estar afastado da presidência da Alerj, desde o fim do ano passado, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi preso pela segunda vez na sexta-feira.

Na semana passada, o TSE determinou a cassação imediata do mandato de Bacellar, além da inelegibilidade. A decisão também determinou a exclusão dos votos recebidos pelo parlamentar e a chamada retotalização, um procedimento que recalcula toda a distribuição das vagas com base nos votos válidos restantes.

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