PT define nomes para compor CPMI do INSS. Veja quem

Líderes partidários precisam indicar membros que vão compor a CPMI do INSS, que será instalada depois do recesso parlamentar

atualizado

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Vinícius Schmidt/Metrópoles
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1 de 1 Foto colorida do Congresso Nacional. reembolso - Metrópoles - Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O Partido dos Trabalhadores (PT) definiu os nomes da bancada que vão compor a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar descontos irregulares em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O esquema foi revelado pelo Metrópoles.

O colegiado só será instalado em agosto, depois do recesso parlamentar. A presidência da CPMI ficará com o senador Omar Aziz (PSD-AM), e o deputado relator ainda não foi definido.

Os nomes escolhidos pelo PT para compor a CPMI são:

  • Alencar Santana (PT-SP) e Paulo Pimenta (PT-RS) como titulares;
  • Rogério Correia (PT-MG) e Orlando Silva (PCdoB-SP) como suplentes.

Depois de o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), ter lido o requerimento da CPMI em sessão conjunta das duas Casas, os líderes partidários precisam indicar os nomes de cada bancada.

Tanto parlamentares governistas quanto de oposição articulam os melhores nomes para duelar durante a condução dos trabalhos, a fim de não perder o domínio da narrativa. Há, desde que estourou um escândalo, uma troca de acusações entre governo e oposição sobre a responsabilização dos envolvidos.

Veja vídeo:

Fraude no INSS

O escândalo do INSS foi revelado pelo Metrópoles em uma série de reportagens publicadas a partir de dezembro de 2023. Três meses depois, o portal mostrou que a arrecadação das entidades com descontos de mensalidade de aposentados havia disparado, chegando a R$ 2 bilhões em um ano, enquanto as associações respondiam a milhares de processos por fraude nas filiações de segurados.

As reportagens do Metrópoles levaram à abertura de inquérito pela Polícia Federal (PF) e abasteceram as apurações da Controladoria-Geral da União (CGU). No total, 38 matérias do portal foram listadas pela PF na representação que deu origem à Operação Sem Desconto, deflagrada em 23/4 e que culminou nas demissões do presidente do INSS e do ministro da Previdência, Carlos Lupi.

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