Bolsonaro (24%) lidera pesquisa BTG/FSB, seguido por Marina (15%)

Em cenário sem Lula, o candidato do PSL aparece com 24% das intenções, à frente da candidata da Rede (15%)

atualizado 27/08/2018 14:34

Reprodução/TV Band

Pesquisa encomendada pelo BTG Pactual ao Instituto FSB mostra Jair Bolsonaro (PSL) na liderança pela sucessão presidencial, com 24%, em cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato oficial do PT, preso em Curitiba no âmbito da Operação Lava Jato.

A postulante ao Planalto Marina Silva, da Rede, aparece em segundo lugar (15%), atrás de Bolsonaro (24%). Geraldo Alckmin (PSDB) figura com 9% das intenções de voto entre os eleitores ouvidos pela mostra. Nome do PT para substituir Lula, Fernando Haddad, surge na quinta colocação (5%), atrás ainda de Ciro Gomes (8%), do PDT.

 

 

A ex-senadora também é apontada como a principal herdeira dos eleitores do ex-presidente Lula.

Entre os eleitores de Lula, 17% optariam por Marina, enquanto 12% seguiriam a orientação do petista para votar em Haddad. Bolsonaro, Ciro e Alckmin (PSDB) aparecem com 9%, cada um, na pesquisa sobre transferência de votos de Lula.

O apoio de Lula a Fernando Haddad é desprezado por 64% dos entrevistados, que afirmam não votar de jeito algum no ex-prefeito de São Paulo. Dezoito por cento afirmam votar com certeza, enquanto 13% considerariam votar no petista.


Quando os entrevistados são questionados sobre em quem não votariam de jeito nenhum, Alckmin lidera as rejeições, com 59%. Em seguida, aparecem Marina (54%); Ciro (53%); Henrique Meirelles (51%), do MDB; e Haddad (51%).


O levantamento também ouviu os entrevistados sobre a intenção de participar do processo eleitoral: 71% afirmam com certeza que irão votar nas eleições de outubro, contra 7% de ausentes já declarados às urnas em outubro.

A pesquisa, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), vai ser divulgada e comentada com investidores e clientes durante almoço nesta segunda-feira (27) em São Paulo. O instituto responsável pela mostra ouviu 2.000 eleitores, por telefone, entre os dias 25 e 26 de agosto. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais.

 

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