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Brasil

Policial morto no Alemão levou três tiros nas costas, aponta laudo

Bruno de Paula Costa, de 38 anos, morreu após ataque de criminosos à base policial onde ele trabalhava. Ele integrava a PM do Rio desde 2014

24/07/2022 13:46, atualizado 24/07/2022 14:02
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policial bruno de paula, morto no rio de janeiro

O policial militar Bruno de Paula Costa, de 38 anos, uma das pessoas que morreram durante a operação deflagrada no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, foi atingido por três tiros nas costas, segundo o laudo do Instituto Médico Legal (IML).

O exame demonstrou, ainda, que ele teve ferimentos no pescoço e tórax, com desenvolvimento de hemorragia. Bruno foi morto na manhã de quinta-feira (21/7), durante um ataque de criminosos à Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Nova Brasília, onde ele trabalhava.

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O PM de 38 anos deixa dois filhos autistas
Disque Denúncia divulgou um cartaz para tentar encontrar o responsável pela morte do PM
Corpo do policial foi enterrado na manhã desse sábado (23/7)
Centenas de pessoas compareceram ao enterro do policial Bruno de Paula Costa
Colegas PMs fizeram homenagem com uma salva de tiros
Cabo Bruno de Paula ao lado da esposa, Lídia Costa
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Cabo Bruno de Paula ao lado da esposa, Lídia Costa

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O PM de 38 anos deixa dois filhos autistas
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Disque Denúncia divulgou um cartaz para tentar encontrar o responsável pela morte do PM
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Corpo do policial foi enterrado na manhã desse sábado (23/7)
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Corpo do policial foi enterrado na manhã desse sábado (23/7)

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Centenas de pessoas compareceram ao enterro do policial Bruno de Paula Costa
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Centenas de pessoas compareceram ao enterro do policial Bruno de Paula Costa

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Colegas PMs fizeram homenagem com uma salva de tiros
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Colega emocionado no sepultamento de Bruno
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Colega emocionado no sepultamento de Bruno

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Familiares bastante emocionados com a perda
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Familiares bastante emocionados com a perda

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Bandeira do Brasil sobre o caixão do policial
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Bandeira do Brasil sobre o caixão do policial

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Bruno era policial militar desde 2014
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Bruno era policial militar desde 2014

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Conforme o laudo, o primeiro tiro o atingiu na região escapular esquerda e saiu pelo pescoço, fraturando a mandíbula. O segundo foi na região escapular direita e o terceiro na lombar.

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A base policial onde Bruno trabalhava foi atacada como forma de retaliação à operação policial. Ele integrava a PM do Rio de Janeiro desde 2014, deixou mulher e dois filhos, de 8 e 10 anos, ambos com autismo.

O corpo do PM foi enterrado na manhã deste sábado (23/7), no Cemitério Jardim da Saúde, em Sulacap, zona oeste do Rio. Familiares, amigos e dezenas de policiais, colegas de trabalho, estiveram presentes.