Polícia encontra vestígios de sangue em casa de família desaparecida

Investigação em torno da família se iniciou em 24 de janeiro, quando Silvana desapareceu depois de postar que sofreu um acidente

atualizado

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Polícia Civil/Divulgação
Silvana Germann de Aguiar, 48 anos, e os pais, Dalmira Germann de Aguiar e Isail Vieira de Aguiar
1 de 1 Silvana Germann de Aguiar, 48 anos, e os pais, Dalmira Germann de Aguiar e Isail Vieira de Aguiar - Foto: Polícia Civil/Divulgação

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS) informou nesta terça-feira (10/2) que havia vestígios de sangue de uma família que está desaparecida desde o fim de janeiro. Silvana Germann de Aguiar, de 48 anos, e os pais dela, Dalmira Germann de Aguiar, de 70, e Isail Vieira de Aguiar, de 69, moram em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre e o sumiço dos três ainda é um mistério.

“A gente suspeitou de uma dividida corporal. Foram encontradas gotículas de sangue. Essas gotículas de sangue têm que ser devidamente entendidas no curso da investigação”, disse o delegado Anderson Spier, esponsável pelo caso.

O desdobramento da investigação em torno do desaparecimento da família no RS foi divulgado na manhã desta terça. Um policial militar suspeito de envolvimento no caso foi preso.

Segundo a Polícia Civil,  os vestígios de sangue encontrados no local dão indícios de um embate corporal. No entanto, o material ainda deve passar por análise.

“Essas gotículas vão precisar ser analisadas também no segundo momento, depois da coleta, para verificar se são sangue animal, se são sangue humano, porque tinha pets dentro da residência, pode ser sangue dos pets. Então isso tudo, depois de se verificar se é sangue humano ou não é sangue humano, temos que ver se tem condições de confronto”, afirmou.

A investigação em torno da família se iniciou em 24 de janeiro, após Silvana desaparecer e deixar uma das únicas pistas sobre o sumiço no Instagram. Na rede social, ela fez uma postagem afirmando que havia sofrido um acidente de trânsito, quando voltava de Gramado, município da Serra Gaúcha.

No dia seguinte, Dalmira e Isail foram até a delegacia para registrar ocorrência sobre o desaparecimento da filha. No entanto, encontraram a segunda delegacia de Cachoeirinha fechada e foram embora. Após isso, o casal não foi mais visto.

Investigação

A corporação trata na linha de investigação as hipóteses de homicídio ou cárcere privado. De acordo com a polícia, a possibilidade de sequestro é descartada porque não houve nenhum pedido de resgate da família desde o desaparecimento, ou seja, há mais de uma semana.

Outro indício para a corporação tratar o caso como crime é uma pista que confirma o desaparecimento. Dalmira e Isail são donos de um mercado da região, que está fechado desde 25 de janeiro, quando o casal foi visto pela última vez.

Investigadores da PCRS acreditam que Silvana não foi para Gramado. Seu carro estava na garagem de casa, e a chave foi encontrada, dentro da residência, ou seja, ela não fez uma viagem de carro.

O que ajudou a corporação a chegar a essa conclusão foi o registro das câmeras de segurança, visto que o carro de Silvana não se locomoveu da residência.

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