Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

RS: polícia analisa projétil achado em quintal de família desaparecida

Um casal está desaparecido desde o fim de janeiro, assim como a filha Silvana Germann de Aguiar, de 48. Todos moram em Cachoeirinha (RS)

04/02/2026 09:23, atualizado 04/02/2026 09:56
Compartilhar notícia
Polícia Civil/Divulgação
Silvana Germann de Aguiar, 48 anos, e os pais, Dalmira Germann de Aguiar e Isail Vieira de Aguiar

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul analisa um projétil de arma de fogo encontrado no quintal da casa de Isail Vieira de Aguiar, 69 anos, e Dalmira Germann de Aguiar, 70 anos, em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre. O casal está desaparecido desde o fim de janeiro, assim como a filha Silvana Germann de Aguiar, de 48.

Além da bala, os investigadores do caso apuram imagens de câmeras de segurança que registraram movimentação de veículos na residência da família.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

No vídeo, é possível ver a entrada e a saída de três carros em horários diferentes. Primeiro, um carro vermelho chega ao local às 20h34 e permanece por alguns minutos antes de sair.

Cerca de uma hora depois, o carro branco de Silvana Germann de Aguiar passa pelo portão da residência, mas não aparece saindo do local. Mais tarde, às 23h32, um terceiro veículo chega, permanece por alguns minutos e deixa a casa.

De acordo com informações da Polícia Civil, o desaparecimento teve início no sábado (24/1), quando Silvana fez uma publicação nas redes sociais informando que havia sofrido um acidente de trânsito.

Na mensagem, ela afirmava estar bem e sob atendimento médico. No entanto, nenhum hospital confirmou o registro de atendimento.

No dia seguinte, os pais de Silvana teriam saído de casa por volta das 14h, supostamente para procurar a filha, e não foram mais localizados. Conforme a investigação, a perda de contato com os familiares ocorreu em momentos diferentes, o que reforça o mistério em torno do caso.

Os pais de Silvana são proprietários de um mercado da região. O estabelecimento está fechado desde o dia 25, quando foram vistos pela última vez.