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Polícia: arma que matou ex-assessor de Leonardo não tinha registro

Inquérito sobre a morte de Passim ainda não foi concluído, mas a PCGO aponta para morte acidental por arma pessoal e sem registro

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Passim e Leonardo
1 de 1 Passim e Leonardo - Foto: Reprodução/Instagram

GoiâniaA arma Glock 380 que matou Nilton Rodrigues Silva, de 60 anos, não era registrada e pertencia à vítima. Mais conhecido como Passim, ele era primo e assessor do cantor Leonardo, e morreu no último dia 4 de março, na fazenda do sertanejo, em Jussara, no oeste do estado. A Polícia Civil de Goiás (PCGO) aponta tiro acidental.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Gilvan Borges de Oliveira, a investigação ainda não foi concluída, mas tudo aponta para tiro acidental. Conforme explicação dele ao Metrópoles, ainda falta um laudo da Polícia Técnico-Científica (PTC) quanto à perícia balística, que comprovará como foi o disparo.

Segundo o delegado, testemunhas informaram que a arma era de uso pessoal do assessor, mesmo que ele não precisasse dela para desempenhar sua função profissional. “A arma era dele, para defesa pessoal, mas não estava registrada”, afirmou o delegado.

O exame aguardado para a conclusão do caso demora em razão da complexidade. De acordo com a PTC, os peritos vão manusear a arma usada por Passim, dentro de um ambiente simulado ao que ele estava, para descobrir como foi feito o disparo que matou o assessor.

Para a PTC, o conceito de tiro acidental é quando há um defeito na arma e ela dispara sozinha, sem o acionamento do gatilho, o que não deve ocorrer. Outra situação considerada é o tiro involuntário, que ocorre quando o usuário aciona o gatilho da arma e pode ser atingido de forma acidental.

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Vítima de um disparo acidental
Filho de Passim, amigo de Leonardo
Passim morreu nessa quinta (4/3)
Os dois eram amigos de longa data. Passim, além de fiel escudeiro do cantor Leonardo, era companheiro de pescarias e festas na fazenda
Leonardo e Passim
Passim e Leonardo eram amigos: assessor morreu após tiro acidental
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Passim e Leonardo eram amigos: assessor morreu após tiro acidental

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Vítima de um disparo acidental

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Filho de Passim, amigo de Leonardo

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Passim morreu nessa quinta (4/3)
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Passim morreu nessa quinta (4/3)

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Os dois eram amigos de longa data. Passim, além de fiel escudeiro do cantor Leonardo, era companheiro de pescarias e festas na fazenda
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Os dois eram amigos de longa data. Passim, além de fiel escudeiro do cantor Leonardo, era companheiro de pescarias e festas na fazenda

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Leonardo e Passim
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Leonardo e Passim

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Morte

Passim, amigo e assessor do sertanejo, morreu após um disparo acidental de arma de fogo num trágico acidente  na fazenda do cantor Leonardo, em Jussara, Goiás, no último dia 4/3.

Segundo a investigação preliminar da Polícia Civil de Goiás, o cantor Leonardo foi uma das pessoas que encontrou o corpo do assessor e amigo.

A polícia informou que, após entrevistas com as pessoas que estavam no local, o artista sentiu falta do amigo e, quando não conseguiu entrar na suíte em que ela estava, mandou funcionários arrombarem a porta.

“[Leonardo] estava com outros funcionários da fazenda e, como o Passim não saía do quarto após ser chamado, o Leonardo, segundo uma funcionária, mandou arrombar a porta”, afirmou o delegado Kléber Toledo.

A estimativa da polícia é de que os tiros disparados por volta de 2h, mas o corpo de Passim foi encontrado às 12h30. O fato havia sido noticiado como possível suicídio inicialmente, mas a tese foi logo afastada pelas equipes após uma perícia inicial.

Além de Passim e Leonardo havia mais duas pessoas na Fazenda Talismã no dia do ocorrido. Todas dormiam em cômodos distantes.

Entenda

Nilton Rodrigues foi encontrado morto no banheiro da suíte onde estava na Fazenda Talismã. Investigação preliminar aponta que ele atirou acidentalmente na mão e na perna esquerda.

A corporação também apurou, a princípio, que o assessor estava sozinho no momento do acidente e tentou estancar o sangramento, mas que não resistiu à hemorragia.

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