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PL e Novo cancelam almoço que contaria com a presença de Messias

Encontro costuma ser semanal, mas lideranças de direita indicaram que não participariam caso indicado do presidente Lula ao STF comparecesse

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Advogado-geral da União, Jorge Messias: órgão diz que nunca colocou sigilo em honorários
1 de 1 Advogado-geral da União, Jorge Messias: órgão diz que nunca colocou sigilo em honorários - Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

O bloco parlamentar Vanguarda, formado pelos 16 parlamentares do PL e do Partido Novo, cancelou um almoço previsto para esta terça-feira (2/12), que contaria com a presença do ministro indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF), Jorge Messias.

O encontro costuma ocorrer semanalmente, mas lideranças de direita indicaram que não participariam, caso o indicado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comparecesse para pedir votos.

Segundo apurou o Metrópoles, o almoço estava sendo articulado pela senadora Eudócia Caldas (PL-AL), mãe do prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (PL), que mantém uma boa relação com o governo petista, mas senadores do bloco se irritaram com a possível presença de Messias e sinalizaram que não iriam ao encontro.

O líder do PL, Carlos Portinho (RJ), disse que a tentativa da senadora, pressionada por articular reuniões com a oposição, não teve adesão.

A esta reportagem, o único senador do Novo, Eduardo Girão (CE), afirmou que deve receber Messias em seu gabinete nesta semana, por questões “institucionais” e de “educação”, mesmo já deixando claro, publicamente, seu voto contrário a ele para ocupar uma cadeira na Suprema Corte, deixada por Luís Roberto Barroso.

O cerco de Messias está se afunilando. Ainda precisa convencer 41 senadores a votarem em seu nome antes de sua sabatina, marcada para 10 de dezembro. Na CCJ do Senado, precisa ser aprovado por maioria simples, ou seja, mais da metade da composição do colegiado. Depois, vai ao plenário, onde precisa da maioria absoluta.

O relator do caso na comissão, Weverton Rocha (PDT-MA), também está em campo para tentar emplacar Messias. Na segunda-feira (1/12), almoçou com Lula, no Palácio do Planalto, um dia após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), emitir uma nota dura criticando o governo.

No texto, Alcolumbre critica o governo por ainda não ter enviado a mensagem da indicação e por propagar a tese de que ele quer cargos em troca de ajudar Messias.

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