“Perseguição tem de acabar”, diz Carlos Bolsonaro após pai passar mal
Jair Bolsonaro passou mal e foi encaminhado a um hospital do DF na manhã desta sexta-feira (13/3). Ex-presidente cumpre pena na Papudinha
atualizado
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Ao comentar a ida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ao hospital, o pré-candidato ao Senado Carlos Bolsonaro (PL-SC) disse, nesta sexta-feira (13/3), que o pai é vítima de “perseguição política” e que “nunca desrespeitou a Constituição”. O ex-chefe do Planalto foi encaminhado ao DF Star, nesta manhã, após vômitos e calafrios.
Carlos afirmou que o ex-chefe do Planalto está sendo tratado “pior que os criminosos mais corruptos” do país. Ele está em Santa Catarina para a articulação de sua campanha.
“Nós buscamos forças para continuar, e eu confesso a vocês que está difícil. Um homem que não desviou um único centavo dos cofres públicos, nunca desrespeitou a Constituição e está sendo tratado pior que os criminosos mais corruptos do Brasil”, disse.
“Peço que intercedam pelo meu pai e não desistam de lutar por nossa liberdade. O Brasil precisa vencer, e essa perseguição tem de acabar”, afirmou.
Jair Bolsonaro cumpre pena na Papudinha desde janeiro. Ele foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Foi preso em 22 de novembro após violar a tornozeleira eletrônica e descumprir as medidas cautelares impostas pela Justiça.
Levado ao hospital
O senador Flávio Bolsonaro (PL) informou nesta sexta-feira (13/3) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está sendo levado para o hospital. Ele teria acordado com calafrios e crises de vômitos, divulgou o candidato à Presidência da República.
Em um post nas redes sociais, o filho mais velho do ex-presidente informou que o pai estava à caminho do hospital. O Metrópoles acionou a defesa de Jair Bolsonaro para mais informações e aguarda retorno.
Conforme apurou o Metrópoles, o ex-presidente teria tido uma queda da saturação de oxigênio. O mal-estar teria se iniciado ainda na madrugada, e uma equipe médica de plantão, sob supervisão de Secretaria de Saúde do DF, optou por transferi-lo ao hospital. O Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) é o responsável pela transferência.










