
Grande AngularColunas

Bolsonaro teve queda de saturação durante a noite na Papudinha
Ex-presidente Jair Bolsonaro foi levado para o hospital DF Star na manhã desta sexta-feira (13/3) após passar mal de madrugada
atualizado
Compartilhar notícia

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-DF) teve intercorrência com vômitos durante a madrugada desta sexta-feira (13/3) e foi levado para o hospital DF Star na manhã de hoje. A coluna apurou que ele teve queda da saturação de oxigênio.
Para garantir o atendimento do ex-presidente, que está preso na Papudinha após ser condenado por tentativa de golpe, uma equipe médica fica de plantão 24 horas sob supervisão da Secretaria de Saúde. Os profissionais optaram por transferir Jair Bolsonaro para o hospital, a fim de que o quadro seja investigado.
Nas redes sociais, o filho do ex-presidente Flávio Bolsonaro disse que o pai acordou com calafrios e suando muito.
Acabo de receber a notícia de que meu pai @jairbolsonaro está a caminho do hospital, mais uma vez…
Informações preliminares de que acordou com calafrios e vomitou bastante.
Peço orações para que não seja nada grave.
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) March 13, 2026
O ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses na Papudinha, presídio localizado no complexo da Papuda, no Distrito Federal, desde o dia 15 de janeiro.
Saúde de Bolsonaro
Bolsonaro trata complicações intestinais desde 2018, em decorrência de uma facada que sofreu durante a campanha eleitoral, que o levou à realização de diversos procedimentos cirúrgicos. Na Papudinha, o ex-presidente conta com apoio de uma equipe médica.
Em 5 de março, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou, por unanimidade, o pedido da defesa para transferir o ex-presidente para prisão domiciliar.
A defesa alegou “existência de risco de vida e a incompatibilidade entre o ambiente carcerário e o rigor das terapias contínuas exigidas” por Bolsonaro. O colegiado, contudo, afastou as afirmações.
“As condições e adaptações específicas da unidade prisional atendem, integralmente, as necessidades do condenado, com a possibilidade e efetiva realização de serviços médicos contínuos, com múltiplos atendimentos diários, realização de sessões de fisioterapia”, alegou Alexandre de Moraes, relator do caso, em seu voto ao negar o pedido.
