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Brasil

"Oportunidade de me assassinarem", disse cabo eleitoral morta nesta sexta

Ela ficou conhecida em Magé (RJ) por ter publicado vídeos na internet nos quais tecia críticas e disparava acusações contra a prefeitura

30/10/2020 17:41, atualizado 30/10/2020 18:39
Reprodução
Renata Castro, de 40 anos, foi assassinada na porta de casa

A cabo eleitoral Renata Castro, morta com pelo menos 14 tiros, em Magé (RJ), na manhã desta sexta-feira (30/10), disse, horas antes de morrer, que “amanhã é uma grande oportunidade para vocês me assassinarem”.

Em áudio que circula das redes sociais, Renata afirma que vai fazer uma fiscalização no hospital da região, exercendo seu papel como moradora do município. Ainda na gravação, ela chama os atuais governantes de “corja de vagabundos, inoperantes e irresponsáveis”, além de dizer que quem tivesse disposição de matá-la 30 dias antes das eleições, que o fizesse.

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“Amanhã é uma grande oportunidade para vocês me assassinarem. Quem tiver essa disposição para fazer o assassinato da Renata Castro 30 dias antes da eleição, como fizeram com o P9, como fizeram na Câmara dos Vereadores (…)”, disse.

Com a morte de Renata, sobe para três o número de pessoas ligadas à política mortas durante o período eleitoral na Baixada Fluminense.

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Entenda

Renata Castro, 40 anos, cabo eleitoral da família Cozzolino, foi morta a tiros na manhã desta sexta-feira (30/10), em Magé (RJ). Informações preliminares mostram que ela foi assassinada na porta de casa, na Rua Florêncio Vidal, no bairro Fragoso.

Segundo testemunhas, a vítima foi atingida por pelo menos 14 disparos. Ela ficou conhecida na região por ter publicado vídeos na internet nos quais tecia críticas e disparava acusações contra a atual prefeitura.