PF: operação contra Cláudio Castro mira fraudes no setor de combustíveis

Foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e o ex-governador do Rio de Janeiro Claudio Castro é um dos alvos

atualizado

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Reprodução/PF
Operação Sem Refino Polícia Federal
1 de 1 Operação Sem Refino Polícia Federal - Foto: Reprodução/PF

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira (15/5) operação que investiga fraudes financeiras ligadas ao setor de combustíveis. São cumpridos 17 mandados de busca e apreensão, além de afastamentos de cargos públicos no Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal. O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro é um dos alvos.

A denominada Operação Sem Refino apura a atuação de um conglomerado econômico do ramo de combustíveis suspeito de usar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior.

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Ricardo Magro, dono do grupo Refit
Grupi Refit, do setor de combustíveis, foi alvo de uma megaoperação em novembro de 2025
Na época, diversas pessoas ligadas ao Grupo Refit foram alvos de megaoperação
Ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro
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Ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Ricardo Magro, dono do grupo Refit
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Ricardo Magro, dono do grupo Refit

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Grupi Refit, do setor de combustíveis, foi alvo de uma megaoperação em novembro de 2025
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Grupi Refit, do setor de combustíveis, foi alvo de uma megaoperação em novembro de 2025

Divulgação/ Receita Federal
Na época, diversas pessoas ligadas ao Grupo Refit foram alvos de megaoperação
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Na época, diversas pessoas ligadas ao Grupo Refit foram alvos de megaoperação

Divulgação/MPSP

Além de Castro, Ricardo Magro, que é dono do grupo Refit, também é um dos alvos. A Justiça ainda determinou que sete investigados sejam afastadas de cargos públicos. O nome do empresário também foi incluído na lista vermelha da Interpol — alerta internacional para localizar e pedir a prisão provisória de uma pessoa procurada por um país-membro.

A Justiça ainda determinou o bloqueio de cerca de R$ 52 bilhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas.

A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, no âmbito da ADPF 635/RJ, que ficou conhecida como ADPF das Favelas.

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