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Brasil

"Novinho" e "Dora aventureira" do PCC são presos em operação no Piauí

Prisão ocorreu após investigação apontar uso de redes sociais para exibir armas, promover facção criminosa e atrair comparsas

01/04/2026 12:28, atualizado 01/04/2026 12:30
Divulgação/PCPI
Imagem colorida,"Novinho" e "Dora aventureira" do PCC são presos em operação no Piauí- Metrópoles

A Polícia Civil do Piauí (PCPI) prendeu nesta quarta-feira (1º/4) um criminoso conhecido como “Novinho”, de 20 anos, integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC). A companheira dele conhecida por “Dora Aventureira”, de 23 anos, também foi presa na ação.

Novinho possuía três mandados de prisão em aberto, dois por roubo e um por organização criminosa.

A investigação se iniciou após um trabalho de inteligência da corporação identificar que Novinho usava redes sociais para “disseminação de conteúdos criminosos”. Nas redes, Novinho exibia armas de fogo e divulgava símbolos de organizações criminosas com o intuito de intimidar e fortalecer o crescimento da facção.

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parede da residência em que novinho foi preso
Novinho tinha página divulgando crime nas redes
conteúdo disseminando crime
vídeos sobre crime: letras do PCC formadas com munições de arma
conteúdo de crime nas redes
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parede da residência em que novinho foi preso
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parede da residência em que novinho foi preso

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Novinho tinha página divulgando crime nas redes
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Novinho tinha página divulgando crime nas redes

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vídeos sobre crime: letras do PCC formadas com munições de arma
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Divulgação/PCPI

De acordo com a PCPI, além de possuir uma página com o intuito de incentivar o crime, o suspeito roubava motoristas de aplicativo. O modus operandi de Novinho consistia em chamar a corrida, abordar a vítima e colocá-la no porta-malas do carro com apoio dos comparsas.

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Após isso, realizava transações bancárias mediante a ameaça e tortura contra o motorista. Ele será enquadrado na nova lei de combate às facções do país, na qual as punições são mais rígidas.

“Estamos atuando de forma firme e contínua para coibir o uso das redes sociais como instrumento de propagação do crime. Essas ações são fundamentais para desarticular organizações criminosas, proteger a população e impedir o avanço dessas práticas ilegais, sobretudo entre os jovens”, pontuou o delegado Charles Pessoa.

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Novinho e Dora foram encaminhados para a sede do Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) para os procedimentos cabíveis e ficam à disposição da Justiça. Novinho possuía três mandados de prisão em aberto, dois por roubo e um por organização criminosa