Na ONU, conselho indigenista acusa governo de omissão: “Abandono”

Entidade relatou ataques sistemáticos enfrentados pelos povos indígenas. Críticas ocorreram no Conselho o Conselho de Direitos Humanos

atualizado

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Igo Estrela/Metrópoles
Indígenas durante protesto ‘A Queda do Céu’, no gramado da Esplanada dos Ministérios, nesta quarta-feira (13/04).
1 de 1 Indígenas durante protesto ‘A Queda do Céu’, no gramado da Esplanada dos Ministérios, nesta quarta-feira (13/04). - Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O Conselho Indigenista Missionários (Cimi), durante evento da Organização das Nações Unidas (ONU), acusou o governo brasileiro de “abandono” na região amazônica e afirmou que a situação é de vulnerabilidade.

Nesta terça-feira (28/6), o assessor internacional do Cimi, Paulo Lugon Arantes, relatou ataques sistemáticos que os povos indígenas enfrentam no Brasil, o que está intimamente e diretamente relacionado às queimadas e ao desmatamento.

“O abandono, por parte do governo, da proteção dos territórios e a demora do Supremo Tribunal Federal em decidir sobre a questão do marco temporal frustram as esperanças de um acordo global de proteção ao clima, agravadas por brutais ataques aos guardiões do florestas”, frisou.

A crítica ocorreu durante o painel sobre “Efeitos adversos das mudanças climáticas sobre os direitos humanos das pessoas em situação de vulnerabilidade”, com a presença

Participavam do evento o presidente do Conselho dos Direitos Humanos, Federico Villegas, e da alta Comissária da ONU, Michelle Bachelet.

As mortes do indigenista Bruno Araújo Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips no Vale do Javari, no Amazonas, no início de junho, foram citadas. “Não espere pelo Brasil”, finalizou ao comentar proteção.

A 50ª sessão ordinária do Conselho de Direitos Humanos (CDH) da ONU começou na segunda-feira (13/6) e se estende até 8 de julho, em Genebra, na Suíça.

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