MP questiona na Justiça lei que proíbe cotas em universidades de SC

Ação protocolada pelo MP de SC aponta que a lei é inconstitucional e viola diretamente a autonomia universitária

atualizado

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1 de 1 Foto colorida de fachada de prédio do MPSC - Metrópoles - Foto: MPSC/ Divulgação

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) entrou, nesta sexta-feira (30/1), com uma ação direta de inconstitucionalidade contra a lei que proíbe a adoção de cotas raciais em universidades públicas do Estado ou que recebam recursos estaduais. A ação aponta que a lei é inconstitucional e viola diretamente a autonomia universitária.

A ação foi proposta pela Procuradora-Geral de Justiça, Vanessa Wendhausen Cavallazzi, e foi embasada, segundo o órgão, por um estudo jurídico do Centro de Apoio Operacional de Controle da Constitucionalidade, com a assinatura do procurador de Justiça Isaac Sabá Guimarães. No documento, o Ministério Público afirma que a lei está em desconformidade com a Constituição.

Leia a reportagem completa no NSC Total, parceiro do Metrópoles.

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