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Brasil

Mortes no Amazonas: Polícia Federal busca novo suspeito foragido

Duas pessoas já estão presas pelos assassinatos do jornalista Dom Phillips e do indigenista Bruno Araújo: os irmãos Pelado e Dos Santos

17/06/2022 20:35, atualizado 17/06/2022 20:39
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Divulgação/Polícia Federal
Imagem coloirda de busca - Metrópoles

A Polícia Federal informou, nesta sexta-feira (17/6), que busca por Jeferson da Silva Lima, conhecido como Pelado da Dinha, mais um suspeito no caso das mortes do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista Bruno Araújo Pereira, na terra indígena Vale do Javari.

A Polícia Civil e a Polícia Federal realizam buscas pelo agora foragido. Mais cedo, a Justiça Estadual de Atalaia do Norte emitiu um mandado de prisão contra Pelado da Dinha.

“A PF e a PC continuam envidando esforços na localização e prisão do elemento foragido. Solicita, ainda, àquele que tiver alguma informação que possa contribuir com as buscas, que comunique as autoridades imediatamente”, informou a corporação em nota. A PF, contudo, não informou qual seria a participação desse novo suspeito no crime.

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Duas pessoas já estão presas pelos assassinatos: os irmãos Amarildo da Costa de Oliveira, conhecido como “Pelado”, que confessou o crime, e seu irmão, Oseney da Costa de Oliveira, ou Dos Santos.

Mortes no Amazonas: Polícia Federal busca novo suspeito foragido - destaque galeria
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Os dois estavam desaparecidos desde o dia 5 de junho, no Vale do Javari, no Amazonas
Após mais de uma semana de buscas, um dos suspeitos do crime confessou a execução e levou as autoridades até o local onde os corpos foram enterrados
Já em Brasília, os restos mortais vão ser submetidos a perícia
Ao menos cinco pessoas são investigadas por suposto envolvimento nas mortes. Além dos irmãos presos, um terceiro teria auxiliado na execução; outro, na ocultação dos corpos; e o quinto seria o mandante
A PF continua as buscas pelo barco em que estavam Dom e Bruno
Os restos mortais atribuídos ao jornalista britânico Dom Phillips e ao indigenista Bruno Araújo Pereira chegaram a Brasília nesta quinta-feira (16/6)
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Os restos mortais atribuídos ao jornalista britânico Dom Phillips e ao indigenista Bruno Araújo Pereira chegaram a Brasília nesta quinta-feira (16/6)

Igo Estrela/Metrópoles
Os dois estavam desaparecidos desde o dia 5 de junho, no Vale do Javari, no Amazonas
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Os dois estavam desaparecidos desde o dia 5 de junho, no Vale do Javari, no Amazonas

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Após mais de uma semana de buscas, um dos suspeitos do crime confessou a execução e levou as autoridades até o local onde os corpos foram enterrados
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Após mais de uma semana de buscas, um dos suspeitos do crime confessou a execução e levou as autoridades até o local onde os corpos foram enterrados

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Já em Brasília, os restos mortais vão ser submetidos a perícia
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Já em Brasília, os restos mortais vão ser submetidos a perícia

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Ao menos cinco pessoas são investigadas por suposto envolvimento nas mortes. Além dos irmãos presos, um terceiro teria auxiliado na execução; outro, na ocultação dos corpos; e o quinto seria o mandante
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Ao menos cinco pessoas são investigadas por suposto envolvimento nas mortes. Além dos irmãos presos, um terceiro teria auxiliado na execução; outro, na ocultação dos corpos; e o quinto seria o mandante

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A PF continua as buscas pelo barco em que estavam Dom e Bruno
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A PF continua as buscas pelo barco em que estavam Dom e Bruno

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Sem mandantes

A PF informou mais cedo que as investigações sobre a morte do jornalista e do indigenista levantaram indicativos da participação de mais pessoas nos assassinatos.

Entretanto, a corporação afirma que “os executores agiram sozinhos, não havendo mandante nem organização criminosa por trás do delito”.

A União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) contestou a versão anunciada pela Polícia Federal de que não há mandante. “O requinte de crueldade utilizado na prática do crime evidenciam que Pereira e Phillips estavam no caminho de uma poderosa organização criminosa que tentou a todo custo ocultar seus rastros durante a investigação”, frisou nesta sexta, em nota, a Univaja.

Para a entidade, o posicionamento da Polícia Federal “desconsidera as informações qualificadas” oferecidas pela associação.

Desde o segundo semestre de 2021, de acordo com a Univaja, ofícios apontam a existência de um grupo criminoso organizado atuando nas invasões constantes na reserva do Vale do Javari.

A Univaja afirma que os dois principais suspeitos de envolvimento no assassinato, os irmãos Pelado e Dos Santos, fazem parte desse grupo criminoso.

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