Morre a cineasta Adriana Rodrigues, vítima de Covid em Goiânia

Ela estava internada para um tratamento contra um câncer no intestino, quando contraiu a doença e não resistiu às complicações

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Cineasta Adriana Rodrigues
1 de 1 Cineasta Adriana Rodrigues - Foto: Reprodução/Facebook

Goiânia – A cineasta Adriana Rodrigues morreu na última sexta-feira (17/9), aos 48 anos, vítima da Covid-19 em Goiânia. Ela estava internada para o tratamento de um câncer no intestino quando contraiu a doença e não resistiu. O corpo foi cremado nesse sábado (18/9), no Memorial Complexo Vale do Cerrado.

A Secretaria Municipal de Cultura de Goiânia (Secult) divulgou uma nota de pesar lamentando o falecimento da cineasta, produtora executiva e roteirista.

“Uma profissional que deixou seu legado à cultura goiana com trabalhos premiados e reconhecidos. Aos familiares e amigos, nosso profundo sentimento”, diz o comunicado.
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Ela morreu vítima de complicações da Covid-19
Ela estava tratando um câncer quando contraiu a doença
Adriana é graduada em cinema pela Universidade de Nova York
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Adriana é graduada em cinema pela Universidade de Nova York

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Ela morreu vítima de complicações da Covid-19
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Ela morreu vítima de complicações da Covid-19

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Ela estava tratando um câncer quando contraiu a doença
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Ela estava tratando um câncer quando contraiu a doença

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Nas redes sociais, familiares, amigos e colegas do universo do cinema prestaram homenagens à Adriana. A amiga Andrea Vecci elegeu um poema de Mary Elizabeth Frye para a despedida, e publicou um agradecimento pelo tempo que compartilharam.

“Dri, foi um privilégio ter a sua amizade. Não consigo acreditar no que está acontecendo, mas sei que você estará sempre presente”, escreveu.
Carreira

Nascida em Ipameri, no interior de Goiás, Adriana graduou-se em Cinema pela Universidade de Nova York. De volta ao Brasil, ela fundou a produtora Flô Projetos, na capital goiana.

A cineasta dirigiu, produziu e roteirizou dezenas de produções cinematográficas. Entre elas, os premiados Dias Vazios (2019) e Gertrudes e seu Homem (2020). Com o documentário Benzeduras (2008) e a série de ficção Filhos do Mar, participou do Festival Internacional de Cinema Ambiental de Goiás (Fica).

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