Lindbergh comenta julgamento de Eduardo Bolsonaro no STF: "Grande dia"
A Primeira Turma do STF analisa, nesta terça-feira (16/6), caso no qual Eduardo é acusado de tentar coagir a Justiça com atuação nos EUA

O deputado federal Lindbergh Farias (PT), vice-líder do governo no Congresso, comentou o julgamento do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (16/6), sob a acusação de coação à Justiça. “Traição à pátria tem que ter consequências. Hoje será um grande dia”, disparou o parlamentar em uma publicação no X.
Veja:
O TRAIDOR DA PÁTRIA NO BANCO DOS RÉUS
Hoje é um dia histórico! O julgamento de Eduardo Bolsonaro por coação no curso do processo representa mais uma etapa da responsabilização de quem tentou destruir a democracia brasileira. Depois do fracasso do golpe de 8 de janeiro, a…
— Lindbergh Farias (@lindberghfarias) June 16, 2026
Eduardo é réu por supostamente tentar pressionar autoridades brasileiras a partir dos Estados Unidos, em meio ao processo que resultou na condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela tentativa de golpe de Estado.
O rito do julgamento
- Leitura do relatório (resumo do caso): feita pelo ministro Alexandre de Moraes, que é relator.
- Acusação – feita pelo Ministério Público Federal. O representante será: Antônio Edílio Magalhães Teixeira.
- Defesa: Eduardo Bolsonaro será representado pela Defensoria Pública da União.
- O defensor Esdras dos Santos Carvalho falará pelo réu, presencialmente.
- Em seguida, os ministros começam a votar.
- A votação é aberta com o relator. Na sequência, votam: os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino.
Se houver maioria para a condenação de Eduardo, os ministros vão modular a pena imposta ao ex-deputado.
Lindbergh alega que o Brasil vive uma tentativa de “golpe continuado” e acusa o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de nunca ter abandonado uma “lógica golpista”. O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), também é citado na publicação e acusado de agir contra o Brasil.
“Flávio Bolsonaro foi aos EUA oferecer nossas terras raras na CPAC, defender sanções via Lei Magnitsky em encontro com Trump e ainda precisa explicar sua relação com Daniel Vorcaro e os indícios envolvendo pedidos de recursos ligados ao Banco Master”, diz o petista.

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