Lindbergh: veto a Messias é “acordo de impunidade” entre Centrão e PL

Para o deputado federal, o revés a Jorge Messias no Senado foi a primeira etapa do acordo, que busca derrubar veto ao projeto da Dosimetria

atualizado

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Deputado Lindbergh Farias (PT) é entrevistado pelo colunista Paulo Cappelli no estúdio Metrópoles
1 de 1 Deputado Lindbergh Farias (PT) é entrevistado pelo colunista Paulo Cappelli no estúdio Metrópoles - Foto: KEBEC NOGUEIRA/ METRÓPOLES @kebecfotografo

Um das lideranças do PT na Câmara, o deputado federal Lindbergh Farias (RJ) se manifestou, nesta quinta-feira (30/4), sobre a rejeição do Senado Federal à indicação do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF). Lindbergh acusau o Centrão e o bolsonarismo de fazer um “acordo” e afirmou que o objetivo final é derrubar o veto do PL da Dosimetria.

Em uma publicação no X, o parlamentar afirmou que a primeira etapa do “acordo da impunidade” foi a eliminação de Messias no Senado.

“A etapa da aliança entre o bolsonarismo e o Centrão foi concluída com a primeira eliminação de Jorge Messias no Senado. Hoje, essa mesma articulação avançada para a segunda etapa do acordeão: cegar o andar de cima no escândalo de Vorcaro, proteger seus tentáculos na cúpula política e reduzir penas para fabricar impunidade. O PL vai silenciar sobre o Banco Master e não exigirá a leitura do requerimento do CPMI”, afirmou Farias.

O deputado destacou que o próximo passo vai ser derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao PL da Dosimetria, que, segundo o parlamentar, tem como objetivo “livrar Jair Bolsonaro e os generais da trama golpista”. A votação, convocada pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), vai acontecer nesta quinta-feira (30/4).

“A sessão de hoje tem como objetivo cumprir a parte final do acordo e derrubar o veto do presidente Lula no PL da Dosimetria. Querem vender uma manobra como “justiça humanitária”, mas o objetivo político é livrar Jair Bolsonaro e os generais da trama golpista”, destacou.

O petista também reforçou que o preço de salvar os envolvidosna trama é “abrir brechas que podem beneficiar líderes de organização criminosa, milicianos, chefes de facção, estupradores, feminicidas e pedófilos”.

Ele finaliza afirmando: “Hoje, o Congresso Nacional decidirá o futuro do Brasil: democracia ou golpe, Constituição ou vale-tudo, punição ou impunidade?”.

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