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Justiça

Nunes Marques libera vista e suspeição de Moro será julgada nesta 3ª

Até o momento, o placar está empatado em 2 votos a 2, com posições de Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Edson Fachin

23/03/2021 10:34, atualizado 23/03/2021 10:45
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Igo Estrela/Metrópoles
Ministro Nunes Marques durante sessão solene de posse no STF.

O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), devolveu o pedido de vista e o caso em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pede a suspeição do ex-juiz Sergio Moro será julgado nesta terça-feira (23/3).

A 2ª Turma será responsável pelo julgamento. Até o momento, o placar está empatado em 2 votos a 2, e só falta Nunes Marques votar. A ministra Cármen Lúcia, entretanto, que já votou, adiantou que vai votar novamente.

A primeira votação ocorreu no último dia 9. Quando o placar estava em 2 x 1 a favor de Moro, após Gilmar Mendes votar pela suspeição do ex-magistrado de Curitiba e ex-ministro da Justiça de Jair Bolsonaro (sem partido), o ministro Nunes Marques pediu vista — ou seja, mais tempo para analisar o caso —, alegando não ter tido tempo de formar uma posição. Com isso, a conclusão da análise foi adiada.
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Sergio Moro foi ministro da Justiça no governo Bolsonaro
Ex-juiz Sergio Moro
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Ex-juiz Sergio Moro é aposta do Podemos para candidatura ao Planalto
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Sergio Moro foi ministro da Justiça no governo Bolsonaro
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Sergio Moro foi ministro da Justiça no governo Bolsonaro

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Sergio Moro e Tarcísio não vão à confraternização de Bolsonaro
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Andre Borges/Esp. Metrópoles

O julgamento, porém, não foi interrompido imediatamente. Ricardo Lewandowski decidiu registrar voto antecipadamente, antes do retorno de Marques com decisão. A exemplo de Gilmar Mendes, Lewandowski votou pela suspeição de Moro e consequente anulação de condenações e provas colhidas nos processos decididos pelo ex-juiz federal de Curitiba.

Com isso, o julgamento foi interrompido com o placar empatado em 2 x 2. Cármen Lúcia e Edson Fachin já haviam votado antes da primeira interrupção da análise, em dezembro de 2018, e optado por rejeitar a suspeição de Moro.