Metrópoles é o grande vencedor do Prêmio CNT de Jornalismo 2025

Fotos do especial Um Brasil que desmorona foram eleitas como o melhor trabalho do ano. Portal também venceu categoria multiplataforma

atualizado

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Breno Esaki
Arte sobre foto de Breno Esaki/Metrópoles
1 de 1 Arte sobre foto de Breno Esaki/Metrópoles - Foto: Breno Esaki

O Metrópoles conquistou o Grande Prêmio CNT de Jornalismo 2025 com a série de imagens publicadas na reportagem “Um Brasil que desmorona: desabamentos de pontes atrasam o país”. Além de vencer a categoria principal, o portal de notícias foi o único veículo que garantiu dois prêmios na disputa. A matéria “Mete marcha: gamificação coloca entregadores do iFood em risco” levou o prêmio de melhor reportagem.

O Prêmio CNT de Jornalismo, em sua 32ª edição, é um dos mais importantes e tradicionais da imprensa brasileira. Organizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), a premiação destaca reportagens que enfocam a relevância do setor de transportes e de seus trabalhadores nos âmbitos econômico, social, político e cultural do Brasil.

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13 imagens
Dnit tenta restabelecer acesso provisório sobre o Rio Curuçá
A queda da ponte sobre o Rio Curuçá matou o marido de Rosângela Nascimento
Estrutura de ponte abandonada por empresa construtora
Passageiros fazem fila para pegar táxi após travessia de barco pelo Rio Curuçá
Travessia provisória de carros sobre o Rio Curuçá
Travessia de barco no AM: queda de pontes obriga moradores a acessar caminhos mais difíceis
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Travessia de barco no AM: queda de pontes obriga moradores a acessar caminhos mais difíceis

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Dnit tenta restabelecer acesso provisório sobre o Rio Curuçá
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Dnit tenta restabelecer acesso provisório sobre o Rio Curuçá

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A queda da ponte sobre o Rio Curuçá matou o marido de Rosângela Nascimento
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A queda da ponte sobre o Rio Curuçá matou o marido de Rosângela Nascimento

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Estrutura de ponte abandonada por empresa construtora
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Estrutura de ponte abandonada por empresa construtora

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Passageiros fazem fila para pegar táxi após travessia de barco pelo Rio Curuçá
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Passageiros fazem fila para pegar táxi após travessia de barco pelo Rio Curuçá

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Travessia provisória de carros sobre o Rio Curuçá
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Travessia provisória de carros sobre o Rio Curuçá

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Travessia de barco no AM: queda de pontes obriga moradores a acessar caminhos mais difíceis
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Travessia de barco no AM: queda de pontes obriga moradores a acessar caminhos mais difíceis

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Passageiros de ônibus precisam desembarcar e seguir viagem em travessia de barco
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Passageiros de ônibus precisam desembarcar e seguir viagem em travessia de barco

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Dnit tenta restabelecer acesso provisório sobre o Rio Curuçá após enchente
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Dnit tenta restabelecer acesso provisório sobre o Rio Curuçá após enchente

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Passageiros de ônibus precisam desembarcar e seguir por barco na rodovia amazonense
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Passageiros de ônibus precisam desembarcar e seguir por barco na rodovia amazonense

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Caminhão do Dnit fica preso ao quase cair no rio
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Caminhão do Dnit fica preso ao quase cair no rio

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Acesso provisório sobre o Rio Autaz-Mirim também foi prejudicado pelas enchentes
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Acesso provisório sobre o Rio Autaz-Mirim também foi prejudicado pelas enchentes

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Fila de pessoas para travessia de barco
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Fila de pessoas para travessia de barco

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As imagens vencedoras foram feitas pelo fotógrafo Breno Esaki para a reportagem “Um Brasil que desmorona”, escrita por Jade Abreu. Os organizadores do prêmio destacaram que, em 32 edições, esta foi a segunda vez que uma série de imagens fotográficas mereceu ganhar a categoria principal na disputa. O material foi editado por Daniel Ferreira e Michel Melo.

A investigação jornalística parte das consequências do desmoronamento da ponte Juscelino Kubitschek entre o Maranhão e o Tocantins para relatar que esse não é um problema isolado no país. Breno Esaki e Jade Abreu viajaram 9.057,8 quilômetros e estiveram em quatro estados — Amazonas, Maranhão, Rio Grande do Sul e Tocantins — documentando os impactos sociais, ambientais e econômicos do desabamento de pontes.

Melhor reportagem multiplataforma

A reportagem “Mete Marcha: gamificação coloca entregadores do iFood em risco”, que venceu a categoria multiplataforma, foi escrita por William Cardoso. O material revela o sistema de gamificação na plataforma de entregas iFood e os riscos que ele traz para os motociclistas. A apuração mostra como o iFood vincula os motoqueiros por meio de bônus e desafios, intensificando as missões em dias de mau tempo, trânsito intenso e em rotas mais afastadas e menos seguras.

A concepção do especial Mete Marcha é de Lilian Tahan, Olívia Meireles, Otto Valle, Márcia Delgado e Fabio Leite, que também cuidou da edição de texto. A coordenação do especial foi feita por Érica Montenegro. O projeto gráfico foi elaborado por Gui Prímola e Carla Sena, também responsável pelas ilustrações. As animações são de Leonardo Hladczuk.

As imagens (vídeos e fotos) foram feitas por William Cardoso, Rodrigo Freitas e Danilo M. Yoshioka. A edição de fotografias coube a Daniel Ferreira e Michael Melo. O roteiro e a edição do vídeo foram realizados por Rodrigo Freitas. O desenvolvimento tecnológico é de responsabilidade de Ítalo Ridney, Saulo Marques e André Marques.

Premiações anteriores do Metrópoles

O Metrópoles já venceu 10 vezes o Prêmio CNT de Jornalismo. No ano passado, os premiados foram O Outro Lado do Paraíso, na categoria Webjornalismo, e o podcast Levando Esperança, na categoria Melhor Trabalho de Áudio.

Em 2023, o trabalho Estradas de papel levou o primeiro lugar na categoria Webjornalismo. Na edição anterior, a reportagem O progresso passou e se esqueceu de mim ganhou as categorias Internet e Fotojornalismo. Em 2021, A rota do tráfico humano na fronteira da Amazônia: rodovias que separam o sonho do pesadelo ficou em primeiro lugar entre os portais de notícias.

A matéria Invisíveis no banco da frente ganhou a categoria Internet em 2020. Há três anos, a reportagem Carros-fortes, homens indefesos levou duas categorias: Fotografia e Internet. Na edição anterior, a matéria Caminhoneiras, codinome coragem ficou em primeiro lugar entre os trabalhos on-line.

Em 2016, o portal conquistou o troféu com a reportagem Avisa quando chegar – O assédio que paralisa as mulheres e, em 2017, ganhou a matéria Transbrasil – Um embarque para o crime nas rodovias brasileiras.

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