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Brasil

Homem é preso após instalar microcâmera para filmar enteada no banho

O padrasto foi preso em flagrante pelos crimes de produzir e registrar cenas envolvendo a enteada de 15 anos

Repórter de Brasil25/02/2026 12:12
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Duivulgação/PCPR
Imagem colorida,microcamera-instalada-no-banheiro-- Metrópoles

Um homem de 44 anos foi preso após instalar uma microcâmera no banheiro de casa para espiar sua enteada adolescente de 15 anos tomando banho. A Polícia Civil do Paraná (PCPR) deteve o suspeito na última sexta-feira (20/2), em Nova Cantu, no noroeste do PR.

Segundo a delegada da PCPR, Muriel Cunha, as investigações iniciaram após uma denúncia ao Conselho Tutelar sobre atitudes suspeitas do padrasto contra a jovem de 15 anos. 

No relato, a denunciante informou que havia um monitoramento indevido do padrasto sobre a adolescente, porque o suspeito teria ocultado uma câmera no banheiro para registrar imagens íntimas dela.

Após tomar conhecimento de um possível armazenamento de conteúdo relacionado a abuso sexual infantojuvenil, os policiais foram averiguar a residência do homem em Nova Cantu. Durante a inspeção, uma microcâmera foi localizada no forro do banheiro.

“Os agentes localizaram uma microcâmera que estava oculta no forro do banheiro, estrategicamente direcionada para a área do chuveiro, para captação de imagens íntimas. O investigado admitiu ser o responsável pela instalação da câmera”, afirmou a delegada Cunha.

Ao assumir o crime, o padrasto desbloqueou o celular para os agentes. No aparelho, os policiais constataram que havia as imagens salvas da enteada tomando banho e que o homem havia compartilhado o conteúdo com terceiros.

Ainda durante a inspeção no celular do suspeito, investigadores encontraram imagens impróprias da sua filha de 7 anos, que seria a segunda vítima dessa prática.

O suspeito foi preso em flagrante pelos crimes de produzir e registrar cenas envolvendo a adolescente nua, além de divulgar e armazenar imagens de conteúdo de abuso sexual infantojuvenil.

A Polícia Civil do Paraná ouviu o suspeito e o encaminhou para prisão. Somadas, as penas dos crimes que envolvem armazenamento de conteúdos de abuso sexual infantojuvenil podem ultrapassar 15 anos de cadeia para o padrasto.

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